Grande Gusmão.
Ao que nos parece, é um cão da raça Labrador, muito manso! Ou seria da raça Pecuária? Dizem que desta última eles não latem; só mugem!… Muuuuuuuu!
Essa deverá ser eleita a melhor charge de 2012, pobre Ilhéus,o tricolor vai sair milionário.
Essa charge é muito oportuna e significativa, pois mostra o verdadeiro retrato do poder em ilhéus, ou seja, o retrato da mediocridade e do simbolismo das incompetencia e das conveniencias
OBS: SOMOS DA ADM DA SAUDE
cade G barboza.
É exatamente isso o que está se passando em ilhéus, o casas bahia dominando totalmente o frágil newton. Por isso mesmo o povo não vê a hora de chegar 2013 para varrer esses incompetentes da prefeitura que só pensam em fazer seu pé de meia.
PRIMAVERA BAIANA – Blog: Conteudo Livre
O escritor baiano Antonio Risério fez um artigo para o Jornal A Tarde
chamado de Primavera Baiana. O texto fala sobre a necessidade do povo
baiano de mostrar sua insatisfação com o que está acontecendo no
estado. Confira o texto abaixo: (10/12/2011)Qualquer coincidência com Ilhéus não é mera casualidade. É conivência, é cumplicidade, é entreguismo.
Embora o meu sentimento seja de urgência, quero conversar com calma, que o assunto é sério:
Salvador. Numa de suas peças de teatro, Shakespeare faz a pergunta fundamental:
“O que é a cidade, a não ser as pessoas?”. E me lembro disso porque nesta semana um amigo
me disse, em tom de quase desencanto: “Nosso maior problema, em Salvador, é que não sabemos
nos ver como cidadãos”. Está certo. E, neste sentido, omaior problema atual de Salvador somos nós
mesmos. A cara de Salvador não pode ser a da “grand vendeuse”, a da balconista-mor Ivete Sangalo,
em pose autoritária, dizendo a frase imbecil: “Quem tem força, tem preço”. Em Salvador, hoje, devemos dizer
coisa bem diferente: precisamos levantar a cabeça, recuperar a
disposição, buscar o entusiasmo, nos mobilizar para dizer, alto e bom
som, que não aceitamos o que estão fazendo com a nossa cidade. Chega
de passividade. Se o que está acontecendo com Salvador (avacalhação e
destruição da cidade) estivesse acontecendo em Porto Alegre , Curitiba
ou São Paulo, não tenham dúvida: gaúchos, curitibanos e paulistanos
teriam subido nas tamancas e saltado na goela da prefeitura. E nós, não vamos fazer nada? Felizmente,
parece que sim, que é possível. As pessoas começam a protestar aqui e ali. Exemplo disso, entre outros,
foi o artigo que Fredie Didier Jr. publicou neste
jornal, no domingo passado. “Salvador não passa por um bom momento
histórico”, escreveu Didier. “Não falo da crise em sua
monumentalidade: Pelourinho abandonado, metrô inacabado, ruas sujas. Embora grave, este tipo de
problema é de solução mais fácil. Não me
refiro, igualmente, à violência que nos assola. A violência
impressiona, mas não destoa do que acontece em outras metrópoles. Falo
de outra espécie de crise, mais profunda e de efeitos mais
deletérios.Salvador está em crise existencial”. A cidade apequenou-se, conclui Didier. Para, então, incitar:
“Temos de retomar a nossa caminhada e refundar a cidade. Dar início a uma espécie de Renascença baiana”.
Mais: “Salvador merece que façamos tudo
isso por ela e a gente merece voltar a sentir orgulho da nossa
cidade”. Perfeito. Já um outro amigo meu, apropriando-se da expressão
hoje em voga para falar das grandes transformações que rolam no mundo
árabe, me apareceu com uma frase ótima: “Precisamos promover alguma
espécie de primavera baiana”. Sim, acho que está mais do que na hora
de começar isso. É claro que não se trata de nenhuma comparação com o
Oriente Médio. O que queremos é dar um jeito na cidade.Salvador sofre, hoje, com uma
coincidência infeliz: uma desprefeitura que mescla estupidez e
incompetência e um governo estadual omisso diante dos problemas da
cidade (e, como me diz ainda um outro amigo: “Menos com menos só dá
mais na abstração matemática; na vida real, menos com menos dá menos
ainda”). Mas não estamos condenados a assistir a isso sem dizer ou
fazer nada. Em nome de nossas melhores tradições contestadoras,
estamos na obrigação de nos mobilizar. Podemos, sim, promover uma
primavera baiana. Basta querer. Somar as nossas vozes nessa direção. Na mídia
tradicional e na internet. Em blogs, no facebook, no twitter. Vamos
bater na mesa e dizer que cidade nós queremos.Salvador, hoje, não é
somente uma cidade abandonada, que está sendo progressivamente
destruída. Mais que isso: é uma cidade humilhada. E não temos razão
alguma – existencial, cultural, política ou histórica – para engolir
esta humilhação. A hora é de aglutinar protestos isolados,
manifestações soltas, vozes pontuais. Ou nos aproximamos e batemos na
mesa, para reverter a situação atual e escorraçar a estupidez e a
inércia, ou a cidade vai naufragar de vez. É hora de Salvador voltar a
ser ativa, altiva e criativa – como já foi em outros momentos.
Em nossa história, temos diversos exemplos de enfrentamento e
superação de reveses e crises. Não é agora que vamos nos comportar
frouxamente, como se esta cidade fosse uma cadela trêmula, com o rabo
entre as pernas – e não o lugar onde teve início a aventura
civilizacional brasileira.
Antonio Risério [email protected]
As eleições se aproximam…
Marcadores: 10/12/2011, A Tarde (BA), Antonio Risério às 22:08
Respostas de 8
Grande Gusmão.
Ao que nos parece, é um cão da raça Labrador, muito manso! Ou seria da raça Pecuária? Dizem que desta última eles não latem; só mugem!… Muuuuuuuu!
Essa deverá ser eleita a melhor charge de 2012, pobre Ilhéus,o tricolor vai sair milionário.
Essa charge é muito oportuna e significativa, pois mostra o verdadeiro retrato do poder em ilhéus, ou seja, o retrato da mediocridade e do simbolismo das incompetencia e das conveniencias
OBS: SOMOS DA ADM DA SAUDE
cade G barboza.
É exatamente isso o que está se passando em ilhéus, o casas bahia dominando totalmente o frágil newton. Por isso mesmo o povo não vê a hora de chegar 2013 para varrer esses incompetentes da prefeitura que só pensam em fazer seu pé de meia.
PRIMAVERA BAIANA – Blog: Conteudo Livre
O escritor baiano Antonio Risério fez um artigo para o Jornal A Tarde
chamado de Primavera Baiana. O texto fala sobre a necessidade do povo
baiano de mostrar sua insatisfação com o que está acontecendo no
estado. Confira o texto abaixo: (10/12/2011)Qualquer coincidência com Ilhéus não é mera casualidade. É conivência, é cumplicidade, é entreguismo.
Embora o meu sentimento seja de urgência, quero conversar com calma, que o assunto é sério:
Salvador. Numa de suas peças de teatro, Shakespeare faz a pergunta fundamental:
“O que é a cidade, a não ser as pessoas?”. E me lembro disso porque nesta semana um amigo
me disse, em tom de quase desencanto: “Nosso maior problema, em Salvador, é que não sabemos
nos ver como cidadãos”. Está certo. E, neste sentido, omaior problema atual de Salvador somos nós
mesmos. A cara de Salvador não pode ser a da “grand vendeuse”, a da balconista-mor Ivete Sangalo,
em pose autoritária, dizendo a frase imbecil: “Quem tem força, tem preço”. Em Salvador, hoje, devemos dizer
coisa bem diferente: precisamos levantar a cabeça, recuperar a
disposição, buscar o entusiasmo, nos mobilizar para dizer, alto e bom
som, que não aceitamos o que estão fazendo com a nossa cidade. Chega
de passividade. Se o que está acontecendo com Salvador (avacalhação e
destruição da cidade) estivesse acontecendo em Porto Alegre , Curitiba
ou São Paulo, não tenham dúvida: gaúchos, curitibanos e paulistanos
teriam subido nas tamancas e saltado na goela da prefeitura. E nós, não vamos fazer nada? Felizmente,
parece que sim, que é possível. As pessoas começam a protestar aqui e ali. Exemplo disso, entre outros,
foi o artigo que Fredie Didier Jr. publicou neste
jornal, no domingo passado. “Salvador não passa por um bom momento
histórico”, escreveu Didier. “Não falo da crise em sua
monumentalidade: Pelourinho abandonado, metrô inacabado, ruas sujas. Embora grave, este tipo de
problema é de solução mais fácil. Não me
refiro, igualmente, à violência que nos assola. A violência
impressiona, mas não destoa do que acontece em outras metrópoles. Falo
de outra espécie de crise, mais profunda e de efeitos mais
deletérios.Salvador está em crise existencial”. A cidade apequenou-se, conclui Didier. Para, então, incitar:
“Temos de retomar a nossa caminhada e refundar a cidade. Dar início a uma espécie de Renascença baiana”.
Mais: “Salvador merece que façamos tudo
isso por ela e a gente merece voltar a sentir orgulho da nossa
cidade”. Perfeito. Já um outro amigo meu, apropriando-se da expressão
hoje em voga para falar das grandes transformações que rolam no mundo
árabe, me apareceu com uma frase ótima: “Precisamos promover alguma
espécie de primavera baiana”. Sim, acho que está mais do que na hora
de começar isso. É claro que não se trata de nenhuma comparação com o
Oriente Médio. O que queremos é dar um jeito na cidade.Salvador sofre, hoje, com uma
coincidência infeliz: uma desprefeitura que mescla estupidez e
incompetência e um governo estadual omisso diante dos problemas da
cidade (e, como me diz ainda um outro amigo: “Menos com menos só dá
mais na abstração matemática; na vida real, menos com menos dá menos
ainda”). Mas não estamos condenados a assistir a isso sem dizer ou
fazer nada. Em nome de nossas melhores tradições contestadoras,
estamos na obrigação de nos mobilizar. Podemos, sim, promover uma
primavera baiana. Basta querer. Somar as nossas vozes nessa direção. Na mídia
tradicional e na internet. Em blogs, no facebook, no twitter. Vamos
bater na mesa e dizer que cidade nós queremos.Salvador, hoje, não é
somente uma cidade abandonada, que está sendo progressivamente
destruída. Mais que isso: é uma cidade humilhada. E não temos razão
alguma – existencial, cultural, política ou histórica – para engolir
esta humilhação. A hora é de aglutinar protestos isolados,
manifestações soltas, vozes pontuais. Ou nos aproximamos e batemos na
mesa, para reverter a situação atual e escorraçar a estupidez e a
inércia, ou a cidade vai naufragar de vez. É hora de Salvador voltar a
ser ativa, altiva e criativa – como já foi em outros momentos.
Em nossa história, temos diversos exemplos de enfrentamento e
superação de reveses e crises. Não é agora que vamos nos comportar
frouxamente, como se esta cidade fosse uma cadela trêmula, com o rabo
entre as pernas – e não o lugar onde teve início a aventura
civilizacional brasileira.
Antonio Risério
[email protected]
As eleições se aproximam…
Marcadores: 10/12/2011, A Tarde (BA), Antonio Risério às 22:08
Isso é que charge . kkkkkkkkk