BLOG DO GUSMÃO

HUMOR: O MELHOR AMIGO DO HOMEM

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Respostas de 8

  1. Grande Gusmão.
    Ao que nos parece, é um cão da raça Labrador, muito manso! Ou seria da raça Pecuária? Dizem que desta última eles não latem; só mugem!… Muuuuuuuu!

  2. Essa charge é muito oportuna e significativa, pois mostra o verdadeiro retrato do poder em ilhéus, ou seja, o retrato da mediocridade e do simbolismo das incompetencia e das conveniencias

  3. É exatamente isso o que está se passando em ilhéus, o casas bahia dominando totalmente o frágil newton. Por isso mesmo o povo não vê a hora de chegar 2013 para varrer esses incompetentes da prefeitura que só pensam em fazer seu pé de meia.

  4. PRIMAVERA BAIANA – Blog: Conteudo Livre

    O escritor baiano Antonio Risério fez um artigo para o Jornal A Tarde
    chamado de Primavera Baiana. O texto fala sobre a necessidade do povo
    baiano de mostrar sua insatisfação com o que está acontecendo no
    estado. Confira o texto abaixo: (10/12/2011)Qualquer coincidência com Ilhéus não é mera casualidade. É conivência, é cumplicidade, é entreguismo.

    Embora o meu sentimento seja de urgência, quero conversar com calma, que o assunto é sério:
    Salvador. Numa de suas peças de teatro, Shakespeare faz a pergunta fundamental:
    “O que é a cidade, a não ser as pessoas?”. E me lembro disso porque nesta semana um amigo
    me disse, em tom de quase desencanto: “Nosso maior problema, em Salvador, é que não sabemos
    nos ver como cidadãos”. Está certo. E, neste sentido, omaior problema atual de Salvador somos nós
    mesmos. A cara de Salvador não pode ser a da “grand vendeuse”, a da balconista-mor Ivete Sangalo,
    em pose autoritária, dizendo a frase imbecil: “Quem tem força, tem preço”. Em Salvador, hoje, devemos dizer
    coisa bem diferente: precisamos levantar a cabeça, recuperar a
    disposição, buscar o entusiasmo, nos mobilizar para dizer, alto e bom
    som, que não aceitamos o que estão fazendo com a nossa cidade. Chega
    de passividade. Se o que está acontecendo com Salvador (avacalhação e
    destruição da cidade) estivesse acontecendo em Porto Alegre , Curitiba
    ou São Paulo, não tenham dúvida: gaúchos, curitibanos e paulistanos
    teriam subido nas tamancas e saltado na goela da prefeitura. E nós, não vamos fazer nada? Felizmente,
    parece que sim, que é possível. As pessoas começam a protestar aqui e ali. Exemplo disso, entre outros,
    foi o artigo que Fredie Didier Jr. publicou neste
    jornal, no domingo passado. “Salvador não passa por um bom momento
    histórico”, escreveu Didier. “Não falo da crise em sua
    monumentalidade: Pelourinho abandonado, metrô inacabado, ruas sujas. Embora grave, este tipo de
    problema é de solução mais fácil. Não me
    refiro, igualmente, à violência que nos assola. A violência
    impressiona, mas não destoa do que acontece em outras metrópoles. Falo
    de outra espécie de crise, mais profunda e de efeitos mais
    deletérios.Salvador está em crise existencial”. A cidade apequenou-se, conclui Didier. Para, então, incitar:
    “Temos de retomar a nossa caminhada e refundar a cidade. Dar início a uma espécie de Renascença baiana”.
    Mais: “Salvador merece que façamos tudo
    isso por ela e a gente merece voltar a sentir orgulho da nossa
    cidade”. Perfeito. Já um outro amigo meu, apropriando-se da expressão
    hoje em voga para falar das grandes transformações que rolam no mundo
    árabe, me apareceu com uma frase ótima: “Precisamos promover alguma
    espécie de primavera baiana”. Sim, acho que está mais do que na hora
    de começar isso. É claro que não se trata de nenhuma comparação com o
    Oriente Médio. O que queremos é dar um jeito na cidade.Salvador sofre, hoje, com uma
    coincidência infeliz: uma desprefeitura que mescla estupidez e
    incompetência e um governo estadual omisso diante dos problemas da
    cidade (e, como me diz ainda um outro amigo: “Menos com menos só dá
    mais na abstração matemática; na vida real, menos com menos dá menos
    ainda”). Mas não estamos condenados a assistir a isso sem dizer ou
    fazer nada. Em nome de nossas melhores tradições contestadoras,
    estamos na obrigação de nos mobilizar. Podemos, sim, promover uma
    primavera baiana. Basta querer. Somar as nossas vozes nessa direção. Na mídia
    tradicional e na internet. Em blogs, no facebook, no twitter. Vamos
    bater na mesa e dizer que cidade nós queremos.Salvador, hoje, não é
    somente uma cidade abandonada, que está sendo progressivamente
    destruída. Mais que isso: é uma cidade humilhada. E não temos razão
    alguma – existencial, cultural, política ou histórica – para engolir
    esta humilhação. A hora é de aglutinar protestos isolados,
    manifestações soltas, vozes pontuais. Ou nos aproximamos e batemos na
    mesa, para reverter a situação atual e escorraçar a estupidez e a
    inércia, ou a cidade vai naufragar de vez. É hora de Salvador voltar a
    ser ativa, altiva e criativa – como já foi em outros momentos.
    Em nossa história, temos diversos exemplos de enfrentamento e
    superação de reveses e crises. Não é agora que vamos nos comportar
    frouxamente, como se esta cidade fosse uma cadela trêmula, com o rabo
    entre as pernas – e não o lugar onde teve início a aventura
    civilizacional brasileira.
    Antonio Risério
    [email protected]
    As eleições se aproximam…

    Marcadores: 10/12/2011, A Tarde (BA), Antonio Risério às 22:08

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