
No dia 11 de setembro de 2001, dois aviões civis foram arremessados contra as torres gêmeas do World Trade Center, Manhattan – Estados Unidos da América. Milhares de pessoas morreram. A rede Al-Qaeda assumiu a autoria do atentado.
Os EUA expandiram seus investimentos em segurança nacional. Espionar o mundo consolidou-se como uma obsessão do governo estadunidense.
Em 2003, a guerra se alastrou do Afeganistão até o Iraque. No Oriente Médio, Saddan Hussein e Osama bin Laden foram extirpados do caminho norte-americano.
Uma década depois, Barack Obama quer bombardear a Síria. Motivo anunciado? Armas químicas estão sendo usadas pelo estado sírio contra os rebeldes. O mesmo argumento levantado há dez anos para invadir o Iraque.
No entanto, as provas de que o governo iraquiano detinha um arsenal químico nunca foram apresentadas ao mundo.
Por outro lado, ganha contornos claros a afirmação de que as políticas bélicas dos EUA estão a serviço da expansão dos seus domínios econômicos. Muito distantes das missões humanitárias que deveriam lutar pela segurança da vida na terra.








