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A TÍTULO DE INFORMAÇÃO POR MARCOS PENNHA

Marcos_Pennha[1]Exercendo o meu direito de resposta, diante da repercussão causada pela publicação da charge envolvendo minha pessoa, venho aqui prestar alguns esclarecimentos aos internautas-leitores, amigos e conhecidos, que me ligaram ou enviaram mensagens, querendo saber do que se tratava a historia. Sinto a necessidade de responder a todos e informar aos meus 3 mil contatos de e-mail, pois pretendo nunca mais tocar nesse assunto, que considero nefasto.

Eu, na minha coluna de humor no jornal FOCO – o qual sou repórter, redator e editor – escrevi uma historia fictícia, com um personagem identicamente ficticio. O personagem atende pelos apelidos Barganha e Gagá de Ouro. Barganha, porque ele vivia da troca tipo “você me dá um dinheiro e eu falo bem de ti”. Gagá de Ouro, porque ele, aos 70 anos não se encontra mais lúcido, e por ser natural de Ouro Preto (MG). Gagá entrou na escolinha “Iniciozinho de Vida” e, com menos de dois meses, já alardeava que já sabia fazer o ‘ó’ sem usar o copo. Desempregado, dependente das finanças da mulher, pediu dinheiro a ela para investir na compra de uma máquina digital. Comprou e lançou um jornal. Por ser um jornal com 80 % de foto e por amar a Bahia, batizou o jornal com o nome de Foto Bahia. O slogan: “Um folhetim pra florear a vaidade”.

Essa historinha ficticia foi o suficiente para o ex-radialista da charge (Veja ele aqui: https://blogdogusmao.com.br/2009/10/16/combate-na-imprensa-saldanha-promete-dar-um-murro-em-marcos-pennha/ ) mandar-me recado, ameaçando-me de dar um soco em mim, ou mandar alguém para o feito, falando inclusive que, eu seria preso, caso prestasse queixa na delegacia.

Eu, sinceramente, não acredito que houve essa ameaça. Para mim, não passa de boato. Não creio que alguém que auto intitula empresario preste-se a um papel tão baixo como esse. Isso sendo verdade, só mancha a boa imagem dos empresarios, principalmente dos donos de jornais, tendo alguém com esse perfil na sua classe. Mancha também a boa imagem da classe dos radialistas, embora ele não atue como profissional, há um bom tempo. Eu não acredito, também, que as autoridades policiais agiriam fora da lei para atender ao pedido torpe de alguém que se apresenta como ‘amigo’ da policia. Como pode o agredido ser preso ao comunicar, na delegacia, que sofreu uma agressão?

Pelo sim, pelo não, comuniquei a suposta ameaça aos meus familiares e autoridades competentes. Não obstante, acredito que justifica o título de empresario àquele que tem uma razão social e que presta um grande serviço social, ao gerar, diretamente, emprego e renda para famílias. Não vejo tanto valor na razão social com motivo, meramente, capital. Fazer por si é o obvio, obrigação, afinal.

Eu quero aproveitar para esclarecer que eu nunca fui patrão, socio, nem tampouco funcionário do ex-radialista em questão. Fui colaborador (e como colaborei!), chegando a produzir oito edições. Quando houve a ruptura da sociedade entre os componentes do jornal Foco Regional, eu optei, contra o gosto dos (as) meus (as) amigos (as), por segui-lo. Eu, que já havia escrito (também como colaborador) 45 edições do Foco Regional, vi a oportunidade de produzir um jornal como suponho que deve ser (Veja aqui minha opinião: http://www.r2cpress.com.br/node/8567 ), já que estaria partindo do zero e eu como editor. A título de colaboração, acreditando na reciprocidade futura, fui repórter, redator e editor, bem como prestei serviços de auxiliar administrativo e tudo referente ao novo jornal. Acreditei, apesar de não desconhecer que o ideal do diretor do jornal não era compativel com o meu. Enfim, o sonho acabou (Veja aqui os motivos: http://www.r2cpress.com.br/node/6323 ). Ninguém pode-me acusar de que não dei oportunidade de mudança de comportamento a alguém. Contribuí, produzindo matérias que o ex-radialista, dono do jornal, recebeu valores que variaram de R$ 500 a R$ 2.000 por edição. O que recebi em troca representa uma partícula ínfima do tanto que produzi em números monetários. É como a cabeça do alfinete em relação ao Universo. O que afirmo aqui o faço diante de qualquer autoridade. Tenho tudo devidamente comprovado, testemunhal e documentalmente. Se o ex-radialista afirmar que fui seu funcionario, está automaticamente autorizando-me a comunicar o fato à Delegacia Regional do Trabalho para que a justiça seja feita.

A questão da idade, para mim, não é impeditivo, quando se quer se quer afastar-se da ociosidade e se tornar produtivo. O falecido Dr. Roberto Marinho era um sexagenário, quando a sua TV Globo completou 4 anos de fundação. Meu pai, aos 65, recomeçou a vida, saindo de empregado para empresario, tendo seis filhos e a mulher sob sua responsabilidade, além dos inúmeros filhos não biológicos. Deu conta de tudo, com muito brilhantismo.

Hoje, em regime de parceria, sou repórter, redator e editor do jornal FOCO, que tem o Theo Araújo como diretor. Por enquanto, está havendo o respeito mutuo. Tomara que continue assim. Quem me conhece sabe o quanto sou obstinado pela qualidade. Passei 17 anos esquentando os bancos da escola até concluir o curso universitario. Hoje, para prospectar e produzir materias, fico horas em frente ao computador, estudando, pesquisando. Recebo bastante elogio relativo a qualidade das materias. Não conseguiria resultados satisfatórios – embora com algumas falhas, reconheço -, se passasse o tempo jogando dama e dominó na praça, ou espalhando boatos e criando intrigas. Além do mais, participo ativamente de todos os movimentos que visam a melhoria das condições de vida das pessoas da cidade, em todos os setores. Faço-me presente como editor de jornal, representante de Organização não Governamental (ONG) e, sobretudo, como autêntico cidadão.

O que escrevi, provocando a suposta irritação do ex-radialista, como disse, foi fictício, nada tendo a ver com ele. Se foi verdade a ira dele, não entendo o motivo, visto que não citei seu nome nem do seu jornal. Na minha coluna tem a recomendação de que tudo é ficção. Não tem porque ele olhar para o meu personagem como se tivesse olhado para o espelho, vendo semelhança. Se houve tal constatação, partiu dele proprio. De qualquer forma, foi bom que isso acontecesse, porque as pessoas tiveram a curiosidade de querer ver o FOCO. Daí, tiveram a oportunidade de ler assuntos interessantes abordando o problema do superaquecimento global; os investimentos prometidos pelo governo da Bahia, na fala do presidente da Superintendencia do Desenvolvimento Industrial e Comercial (SUDIC), Nilton Cruz; as palestras de Carlos Augusto e Gérson Gabrielli (ex-deputado federal) sobre sucessos pessoal e empresarial; e tantos outros de igual valia, inclusive uma página, com direito a foto e chamada na capa, contando um pouco da vida de Luíla, ex-funcionario do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que se encontra internado numa clínica especializada em dependentes químicos na capital paulistana. Sua internação deveu-se ao seu reconhecimento de que precisava de ajuda, ao empenho de sua filha Danielle Barreto e a benevolencia do povo ilheense que contribuiu com dinheiro. As pessoas entenderam que é preciso dá oportunidade de remissão a quem de valor que, por algum motivo, caiu no erro. A sociedade, em todo lugar, é carente de gente de bom caráter. O FOCO cumpre seu papel de voz ativa do cidadão.

Peço desculpas ao meu estimado Emílio Gusmão por ter-me alongado, ao tempo que agradeço a compreensão. Eu precisava de fazer essa explanação pública, porque não desejo mais falar sobre esse tema relacionado ao ex-radialista. Quem for meu amigo, não tocará nesse assunto que, para mim, está no passado; bem como é sabido que não nutro nenhuma admiração pelos atos do ex-radialista. Por outro lado, espero que o ex-radialista esqueça-me. O caminho é não falar mais sobre a minha pessoa. Assim evitará complicações judiciais. A briga, conforme dizia o saudoso mestre Hélio Gracie, introdutor do Jiu Jitisu no Brasil, é propria dos covardes. O outro saudoso mestre, Bruce Lee, afirmava: “Covarde não é quem corre de uma briga. Covarde é quem bate no adversario, sabendo o mesmo é fraco”. Encerro dizendo que, se forem verdadeiros os recados que recebi, eu também sou bom naquele esporte: corrida.

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6 respostas

  1. Amigo Penha. eu posso charma-te assim, pois sou seu amigo e de seu irmão. Moramos e muitas vezes tomamos muitos banhos aqui nas praias do Ponta.
    Olha amigo, Saldanha quer ser noticias, deixa isso para lá;você assim como poucos profissionais de imprensa aqui na região tem nivel superior. Não entre no jogo dele, deixa ele seguir a história.Você está fazendo a sua parte. quem conhece você sabe do seu talento. Vamos a luta companheiro. Joselito é amigo de Marcos Penha.

  2. Marcos Pennha

    Ter conhecido você, foi para mim uma dádiva. Admiro você e te respeito, pelo ser caráter, pelos seus valores morais, pelo respeito e cuidado com as coisas e as pessoas e até pelo seu humor “inglês”, que considero qualidade de poucos, pela sua presença de espírito, pelo seu companherismo,pelo SER humano que você É.
    Além disso, aprendi outro dia com uma pessoa que conheci e de pronto parecia sermos amigas há anossss… Questionei essa pessoa: Como você pode saber se sou uma pessoa de bom caráter, boa índole e ética,conhecendo-me a tão pouco tempo? Ela respondeu-me de pronto: Aprendi que você reconhece tudo isso em alguém quando observa as causas às quais ela se alia.
    Digo o mesmo para você Marcos Pennha!
    Parabéns a você! Continuemos a nossa caminhada, olhemos para trás apenas para não perdermos a referência e o nosso verdadeiro FOCO, pois é REGIONAL a nossa luta.
    Representando a Associação Ação Ilhéus quando indicado, é sempre motivo de orgulho para todos os membros e assim tenho certeza de que será sempre.

    Maria do Socorro Mendonça

  3. Penha, você sempre que pode fala mal de Saldanha para algumas pessoas (já falou pra mim) e é claro que essa historinha teve endereço certo, provocar a ira do radialista. Agora que a coisa estoura e seu caráter é colocado á prova, vem com essa de ficção. Você é esclarecido, tem bom texto, use-o de forma construtiva, denuncie os desmandos nesta cidade (que não são poucos), veja a sujeira nas praias do sul, esgotos invadindo às praias, invasões do mangue na chegada da cidade por Itabuna… Tem tanto para se falar amigo, então coloque suas habilidades à serviço dessa embarcação que não tem timoneiro. O inferno está cheio de contador de histórias.

  4. Eu não conheço o sujeito que disse que falei mal do ex-radialista. Portanto, não devo ter falado mal, nem tampouco bem da referida pessoa. Deve ser declaração de alguém que se esconde por trás de pseudônimo, por motivos obvios para ele. Ou por falta de coragem de assumir a sua declaração, como eu faço. O que tenho a dizer, digo, publicamente, de forma direta, na ‘latinha’.
    Só posso ser condenado por falar do ex-radialista depois dessa declaração pública neste valioso e bem acessado site.
    Quanto denunciar desmandos da cidade, digo que, nos debates promovidos pela prefeitura e pelo estado,nunca vejo nenhum dos críticos dos governos de todas esferas. Só vejo os críticos, sabe onde? nas praças, bares e cafés. Fazendo sabe o que? Falando mal de um e de outro. Portanto, não me cobre denuncia. Faça-a.

    Assinado: Marcos Pennha [email protected]

  5. Amigo Marcos Penha continue fazendo seu trabalho no FOCO REGIONAL com o talento e a seriedade que vc sempre teve e esqueça das fofocas e ameaças de quem quer que seja. Nos conhecemos bem o seu caráter e o seu bom comportamento rpz. Fique com Deus!

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