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REFLEXÃO SOBRE O BOLSA FAMÍLIA

Comumente este blogueiro recebe e-mails de pessoas ditas da classe média alta, replicando conteúdo extremamente desfavorável ao Bolsa Família, programa de distribuição de renda do governo federal, cuja eficácia é reconhecida pelas Nações Unidas e o Banco Mundial.

As críticas primam pela superficialidade, carregadas de preconceitos, e nunca analisam a desigualdade social como um problema urgente, impulsionador da miséria.

Recentemente, publicamos neste espaço artigo de José Eli da Veiga, professor da USP, onde propõe reflexão sobre as condições de moradia dos menos favorecidos, que deveriam ser levadas em consideração numa política mais ampla de “metas antipobreza”. Ele destaca a importância do saneamento básico.

“É miserável qualquer família que viva em condições insalubres (seja qual for sua renda). Tal entendimento só melhoraria com a inclusão de critérios de acesso a outros bens públicos (principalmente educação e saúde), mas certamente será suficiente até que se alcance a universalização do saneamento”, afirma José Eli da Veiga.

A observação do professor é valida e difere da visão tosca e reacionária de quem considera como vagabundos, as famílias incluídas no Bolsa Família.

Entretanto, o êxito do programa, visto a olhos nus, me convence a concordar com a sua forma e modelo. Ele se encaixa com perfeição no cotidiano das necessidades imediatas. Para ter certeza, basta entrevistar alguns beneficiados.

É evidente que apenas a renda mínina não suprirá tudo. Políticas de promoção da educação e saúde – esbarradas na corrupção impregnada nas administrações municipais dos recursos enviados pelo governo federal – precisam de mecanismos mais coercitivos no combate à roubalheira.

Neste país, dinheiro público é sinônimo de enriquecimento ilícito e apropriação indébita, e o Bolsa Família, por mais deficiências que tenha, sofre menos com a interferência gananciosa dos intermediários, dos gestores municipais. O pagamento direto aos beneficiários é um avanço.

Para finalizar, cito trecho da entrevista concedida pela Ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, à revista Carta Capital, edição 651 de 22 de junho de 2011.

“Ao contrário do que muitos pensam, o Bolsa Família não sustenta ‘vagabundos’. Mais de 70% dos beneficiados trabalham. O problema é que suas ocupações são precárias, insuficientes para garantir uma renda mínima para alimentar sua família. Na dinâmica atual do Brasil, as pessoas querem acesso às oportunidades. É um excelente momento para realizar uma inclusão produtiva”.

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11 respostas

  1. Concordo com vc e todos os citados acima.
    Emprego, renda, saúde etc.,são deveres do estado, todavia há uma massa que usa essa grana para outros fins, mas esse “bolsa esmola” como diz a classe “NoBre” tem ajudado e vai continuar ajudando muitas famílias que carecen dessa ajuda.
    PARABÉNS PELA MATÉRIA GUSMÃO.

  2. CARO GUSMÃO

    O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DE ILHÉUS É UMA VERGONHA, ENQUANTO ESTIVER NA FRENTE DO PROGRAMA, O SECRETÁRIO EMERSON SILVA E COORDENADOR PEDRO CALAZANS, ESTE PROGRAMA SÓ SERVE PARA ATRAIR RECURSOS PARA A SECRETARIA E MAIS NADA. O POVO COMO SEMPRE SÓ CHUPANDO DEDO, VENDO NAVIO DO ALTO SÃO SEBASTIÃO, E ELES COMEMORANDO A MISÉRIA DO POVO BEBENDO WHISKY 12 ANOS, E COMENDO PICANHA. ABRE O OLHO POVO DE ILHÉUS, QUE POVO TOLO É ESSE?

  3. Parabéns Gusmão. È muito fácil par aqueles que tiveram uma oportunidade, criticar o Bolsa Família. Se em cada 1.000 crianças beneficiadas pelo programa, pelo menos 500 ou mais atingirem a escolaridade de primeiro ou segundo grau, serão adultos com oportunidades, e que não dependerão no futuro do referido Programa. Além de mais, a maioria dos titulares são mães que destinam os recursos para alimentarem suas respectivas famílias.
    OS QUE RECLAMAM DO PROGRAMA, CONCORDAM SILENCIOSAMENTE PELOS GASTOS DE MAIS DE R$100.000,00 MENSAIS DA NAÇÃO COM CADA UM DOS PARLAMENTARES. “Que pena que esses talentos não levantem suas vozes”! E é pouco mais de R$100, o gasto com cada família.

  4. É um paradoxo.

    O Bolsa-Família é uma necessidade lamentável. Mas inegável. E promoveu um avanço ímpar no combate à miséria no Brasil.

    Problemas pontuais, que existem e precisam ser tratados, não desmerecem a essência do projeto. Um grande sucesso, respeitado em todo o planeta.

    Sonho com o fim do Bolsa-Família. Não pela extinção do programa, e sim da pobreza.

    Valeu!

  5. Gusmão
    O Programa Bolsa Família tem por escopo a transferência de renda para às famílias que se enquandram no perfil socioeconômico definido pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, o benefício é de natureza provisório, assim o Município ao pactuar com o Governo Fedrela assumi o compromisso de custear com recurso ordinário (próprio) às ações para a inclusão produtiva das famílias beneficiárias do programa, através de curso de profissionalização, oficinas de habilidades tècnicas, noções de empreendedorismo, comercialização de produtos, e outras ferramentas para que aquela família beneficiária possa a médio prazo ter “Alta” do Bolsa, assim permitindo o ingresso de novas famílias no programa. Como se ver é um programa que impõe uma ação articulada entre o Governo Federal, Estadual e Municipal, mas é triste afirmar que o nosso município não vem fazendo o “Dever de casa”.

  6. Gusmão

    É lamentável a falta de princípios de alguns serumano, trabalhei no programa bolsa família durante 2 anos, e sempre falei da situação e da necessidade de fazer um trabalho com o público alvo do bolsa família, e na época o então secretário AUGUSTO CESAR MACEDO, não dava a minima para as idéias que eram colocadas em reuniões. hoje vemos pessoas que passaram por lá, e que nada fizeram, agora pelo fato de está fora do governo, mudou suas concepções e aparecer como o bonzinho. Me faça uma garapa de jiló!!!

  7. Nildo acredito que vc não tenha conhecimento que desde 2007 a Secretaria utilizava o IGD, que é um recurso federal para ajudar na gestão do Bolsa Família para pagamento de pessoal, o que mantinha os salários pagos em dias, porém esta pratica gerava um prejuízo pois não sobrava recurso para implantação das ações visando libertar as famílias do Bolsa, vc tem razão ao afirmar que não era desenvolvida nenhuma ação, quanto a sua participação nas re8uniões o assunto abordado pela coordenadora e pelo chefe do setor era quanto a sua utilização do bolsa para fazer política, afirmavam a época que vc seria candidato ao conselho tutelar e estaria inserido familias sem o perfil socioeconomico para conseguir votos, nunca acreditei, tanto sim que não determinei uma sindicancia para apurar os fatos. Tenho que ser honesto em dizer que único projeto que recebi de inclusão produtiva foi do chefe do setor Pedro Calazans, que hoje é o coordenador do Bolsa Família em Ilhéus. A intenção de escrever a este blog foi de contribuir para o fortalecimento da politica de assistencia social no nosso município, assim não não estou sendo bonzinho e sim exercendo a minha cidadania, contribuido como ex gestor que acertou e errou na gestão, um forte abraço

  8. Gusmão

    Em resposta ao ex-secretário AUGUSTO MACEDO, que todo trabalho que fiz na secretária foi de coração e as pessoas que eu tratei bem, era porque o seu povo que lá trabalhava tratava o povo como cachorro, e eu nunca aceitei que eles maltratasse as pessoas carente que por passaram.
    Em relação a candidatura do conselho, nunca passou pela minha cabeça que eu fosse me candidatar, e nunca fiz nada interessado, e nunca pedir voto no setor do bolsa, pois quando me candidatei eu estava de férias do trabalho,e nem lá eu ia, e por esse motivo, você como bom perseguidor dizia nos quatros cantos da secretaria que eu não era seu candidato, e não era para ninguém votar em mim, graças a deus por onde passo tenho amigos coisa que vc não tem, agora quem usou os artifícios sujos na secretaria foi você, que fez o que fez e hoje está dando uma de bonzinho. As únicas pessoas que faziam coisas por interesse eram seus casinhos que vc tinha la na secretaria, que todo mês passavam no banco e riam atoa.

    Quando vc pensar em falar de alguém olhe para seu passado, e depois procure medir suas calunias, para quer não lhe renda alguns processos no futuro.

    Eu era perseguido pelas suas namoradinhas que queriam mandar no bolsa família, o que eu fiz foi defender as pessoas carentes que eram maltratadas todos os dias lá por elas, e faria tudo de novo, e se eu estivesse fazendo campanha no setor, hoje eu não seria suplente do conselho, e sim titular.

  9. Gusmão

    Este secretário não tem moral nenhuma para falar do nildo, este rapaz era um dos melhores funcionario do bolsa, atendia as pessoas com muita educação coisa que o pedro a chirley a patricia todos tratam agente com nojo e com muita arrogância, Este nildo pelo mesmo atendia agente com respeito cinto falta dele la na secretaria sou cadastrada no bolsa desde 2007 e nunca mudou o tratamento com nos.
    pesso ao prefeito que tire as pessoas que trata mal agente la no bolsa as veses eu tenho ate mendo de entrar na sala com as mulheres que olha pra gente com cara de bicho, iço e uma umilhação.

  10. ESTE SECRETÁRIO NÃO TEM VERGONHA NA CARA, ELE NUNCA FEZ NADA NA SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, O QUE ELE FAZIA MUITO ERA CANTAR A MULHER DOS OUTROS, ELE CANTOU MINHA MULHER QUANDO FOI LEVAR UM CURRICULUM LÁ NA SECRETARIA A MANDO DO MARIO ALEXANDRE, EU IA INVADIR A SALA DELE E ENCHER A CARA DELE DE PORRADA.

  11. Caro Paulo Cesar se sua esposa foi enviado por Marão, certamento que estava “Pegando” a sua mulher foi o doutorkkkkkkkkkkkkk. Ele sim é um garanhão, não passa uma kkkkkkkkkk

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