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PT: FIADOR DA DEMOCRACIA E CONSTRUTOR DO FUTURO

Por Josias Gomes 

O Partido dos Trabalhadores realiza a partir desta sexta-feira, 02, o seu 4º Congresso. Com a marca de quem fez do Brasil uma Nação respeitada, não apenas pelo seu povo, como, também, pelos povos do mundo inteiro, o partido pretende até este domingo, 04, avançar ainda mais em sua democracia interna e em suas propostas para o país.

Na democracia partidária, o propósito é revisar o regimento interno, reforçando a participação democrática de todas as seções nas decisões da legenda. No plano de nossa atuação congressual e no governo, o objetivo é fortalecer a democracia brasileira, da qual o PT é um de seus principais fiadores, e consolidar o nosso desenvolvimento econômico e social.

Convém ressaltar que o PT continua não apenas exercitando plenamente a democracia partidária, como, mais do que isto, servindo de exemplo positivo à sociedade civil, de como deve um partido se comportar diante dos desafios que se apresentam todos os dias, desde as relações com os movimentos sociais, passando pelo Parlamento, até a condução do Executivo.

Desde a sua fundação que o Partido dos Trabalhadores considera o debate sobre todos os temas da realidade como devendo ser o mais amplo possível. Esta prática terminou conduzindo o PT a um enraizamento social dos mais fortes entre todas as agremiações partidárias que participaram ou que participam da vida política brasileira.

O 4º Congresso que acontece neste final de semana aqui em Brasília é justamente uma continuidade desse processo. Vale dizer, mais um estágio de aperfeiçoamento do partido visando sempre o objetivo de ser cada vez mais democrático, de espelhar cada vez mais os sentimentos e as aspirações das bases populares em todos os recantos do país.

Portanto, a maior parte do congresso petista vai se dedicar à reforma dos Estatutos, naquilo que é mais necessário para adaptá-lo aos novos tempos, uma vez que se constitui numa peça sujeita às mudanças reais da nossa convivência partidária e democrática. O PT representa antes de tudo, e dialeticamente, um processo de construção permanente.

Mas, também se dedicará o partido a debater importante resolução de conjuntura. Estamos nos aproximando de mais uma eleição municipal, no país, e o partido quer mais uma vez estar preparado para intervir no processo, buscando avançar em força, em organização e em propostas que visem o progresso nacional, a partir das bases municipais.

Queremos – todos nós que fazemos o PT – novamente transformar o debate eleitoral num momento de grande participação das massas populares na discussão do que se deseja para cada município brasileiro e para o país como um todo. Achamos que a disputa eleitoral deve necessariamente comportar a discussão sobre qual o Brasil que queremos construir.

O PT vai sair deste Congresso que se inicia hoje certamente bem mais forte e armado programaticamente do que entrou. É natural que seja assim àqueles que, como nós, temos interesse em fortalecer a consciência social e cívica do povo, em todos os momentos de sua vida como Nação, principalmente nas eleições.

Mas, haverá tempo, ainda, para confirmar a nossa disposição em lutar por uma sociedade mais justa, mais correta, e mais igualitária. Vamos reafirmar nosso compromisso para com uma reforma política que privilegie os partidos, que impossibilite a corrupção, que preveja, sempre, a mais esclarecida participação popular nos seus próprios destinos.

Isto significa que essa reforma política deva fortalecer os partidos, com a adoção do critério das listas partidárias, e adote o princípio do financiamento público de campanha, afastando a possibilidade de financiamento privado, origem de todos os males ligados ao abuso do poder econômico e da corrupção eleitoral generalizada.

Assim, o PT se arma para seguir intervindo na realidade brasileira, sempre de forma positiva e democraticamente vinculado aos sentimentos mais legítimos de nosso povo. Um partido que nasceu a partir dessas relações que seus militantes, ontem e hoje, mantiveram e mantêm com aqueles que vivem e trabalham pelo Brasil afora.

É assim que se constrói um partido que se pretende democrático. Porque somente com esse espírito de liberdade interno é possível a uma organização partidária continuar lutando para que o país continue perseguindo o seu destino, que é o destino de uma Nação grande e forte, igualitária e comprometida com o seu povo, como desejam todos os brasileiros.

Josias Gomes é deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores.

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