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MOVIMENTO LGBT SE AFASTA DA REDE DE MARINA

Montagem: Brasil 247.
Montagem: Brasil 247.

A ex-senadora Marina Silva lançou no último sábado (16) o movimento de fundação de seu novo partido, que deve se chamar Rede Sustentabilidade.

Já no primeiro ato, a provável presidenciável em 2014 perdeu a simpatia do deputado federal Jean Wyllys (PSOL), político que é a principal voz do Congresso na defesa dos direitos do grupo LGBT.

Pelo Twitter, o deputado declarou: “acabou meu diálogo com o movimento dela”.

Segundo o Brasil 247, o rompimento se deve a uma sugestão da ex-presidenciável de realizar plebiscito sobre o direito do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando soube da ideia, Jean Wyllys questionou Marina “se ela bancaria um [referendo] sobre isenção fiscal das igrejas. Ela disse que não, e aí acabou meu diálogo com o movimento dela”, conta o deputado.

Wyllys considerou a posição de Marina conservadora e continuou protestando na rede social: “‘Nova política’ querendo submeter direitos de minorias a ‘plebiscitos’ e ‘referendos’ não é nova política: é o velho conservadorismo!”.

Também no sábado, o deputado ecoou as palavras do jornalista argentino e ativista do movimento LGBT Bruno Bimbi, que questionou: “Vamos fazer plebiscito sobre os direitos dos negros? E sobre os direitos dos judeus? Marina atrasa um século!”.

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4 respostas

  1. Já usei a rede de bolgs para opinar sobre essa raivosa, agressiva, pretenciosa e ambiciosa mulher. Ela é pretérito, n é diferente (eu diria até q é pior) das velhas oligarquias q mandavam e desmandavam nesse nosso país. Já temos brasileirinhos vigilantes se revelando nos 4 cantos.Parabens JW, estamos atentos e com vc.

  2. Resposta da REDE relativa a polemica “”Movimento LGBT se afasta da Rede de Marina”, publicada na última segunda-feira (18/02) no site “247”.”
    Gostaríamos de manifestar nossa surpresa em relação à reportagem “Movimento LGBT se afasta da Rede de Marina”, publicada na última segunda-feira (18/02) no site “247”. O texto relata suposto diálogo do deputado federal com a ex-senadora sobre o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo. De acordo com o parlamentar, Marina teria defendido a realização de um plebiscito sobre a questão. O site reproduz duas mensagens de Wyllys no Twitter, publicadas no dia 16, nas quais critica o “velho conservadorismo” da ex-ministra do meio ambiente e diz não ser possível o diálogo com o “movimento dela”.

    Gostaríamos de prestar alguns esclarecimentos sobre o encontro, do qual nós, signatários desta mensagem, participamos. Em primeiro lugar, é preciso dizer que o diálogo ocorreu em outubro de 2011, informação ignorada pelo “247”. Não cabe aqui conjecturar porque a manifestação de Wyllys só veio a ocorrer um ano e quatro meses depois, após o Encontro Nacional da Rede Pró-Partido decidir pela criação da #rede, da qual Marina Silva é uma das fundadoras.

    O mais importante é esclarecer que o encontro abordou diversos assuntos, entre eles o movimento que iria resultar mais tarde na criação da #rede e a possibilidade de que alguns integrantes do PSOL, inclusive Jean Wyllys, estivessem juntos com Marina em discussões relevantes para o país, apesar de eventuais diferenças em algumas questões. Em nenhum momento Marina defendeu a realização de plebiscito sobre o casamento homoafetivo. Estávamos lá, somos testemunhas.

    Vale lembrar que Marina Silva sempre se manifestou a favor da união civil de pessoas do mesmo sexo, posição divulgada nacionalmente durante a campanha à Presidência da República em 2010, e a igualdade de direitos entre os cidadãos. Naquela etapa de sua vida pública, ela defendeu plebiscito para apenas duas questões, a descriminalização da maconha e a possibilidade de aborto para casos não previstos em lei, posição que mantém até hoje.

    Bazileu Margarido, Jefferson Moura, Martiniano Cavalcante, Pedro Ivo Batista, membros da Comissão Nacional Provisória da #rede

  3. A Rede é dos brasileiros e não de meia dúzia de dirigentes. A maioria é quem vai decidir os rumos desse partido. O Jean Willys quer trocar uma ditadura por outra. Democracia é outra coisa. Democracia é a decisão da maioria. Se o PSOL não serve mais para o Jean e seu ativismo, que saiba que em qualquer partido que se preste a ser diferente ele encontrará a tal democracia. Se o partido decidir pelo que ele, Jean, acha melhor, ótimo, do contrário ele deverá respeitar o que a maioria entende melhor. Abaixo à qualquer ditadura, inclusive à ditadura gay. Se não quer respeitar a maioria não entre na REDE.

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