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RENAIS CRÔNICOS DE ILHÉUS CORREM RISCO DE VIDA

Renais crônicos em estado de alerta. Atendimento em Ilhéus pode parar a qualquer momento.
Renais crônicos em estado de alerta. Atendimento em Ilhéus pode parar a qualquer momento.

Não se trata de uma manchete sensacionalista. O perigo é real.

O médico nefrologista Almir do Nascimento, diretor do Centro de Assistência Renal (CAR), de Ilhéus, está comunicando aos seus clientes o possível encerramento das atividades.

A clínica tem 50 funcionários e trabalha no vermelho à base de empréstimos bancários.

Atende um número de pacientes acima do teto estabelecido pelo SUS, mas não recebe pelos extras.

No governo passado, a secretaria de saúde atrasava constantemente os pagamentos. Não havia justificativa, pois os recursos – de média e alta complexidade – saíam do Ministério da Saúde e entravam com regularidade na conta do Fundo Municipal.

Segundo o diretor Almir do Nascimento, com o início do novo governo de Jabes Ribeiro, grande parte dos funcionários da central de regulação foi exonerada. Os substitutos ainda não foram treinados para preencherem os formulários e faturas que devem ser encaminhados ao Ministério da Saúde. Diante da falta de competência, os atendimentos realizados pelo CAR, a partir de janeiro, não foram reconhecidos pelo governo federal. Isso significa que a clínica não receberá os pagamentos.

Mônica Alves, presidente da Associação dos Renais Crônicos e Transplantados de Ilhéus (ARCROETIL), tentou audiência com a secretária de saúde na última terça-feira, 30, para tratar sobre o assunto. Segundo Mônica Alves, Ledívia Espinheira não quis recebê-la e não deu explicações.

Almir do Nascimento garante que o acúmulo de prejuízos é grande. Caso a secretaria de saúde de Ilhéus não pague o que deve, o caminho será fechar as portas.

Cento e setenta pacientes de Ilhéus (e municípios vizinhos) podem ficar sem tratamento.

O renal crônico é um sofredor. Esse paciente (em todos os sentidos da palavra) possui rins que não funcionam. A debilidade exige que ele fique 4 horas numa máquina, sentado, vendo seu sangue fluindo por mangueiras para ser filtrado (hemodiálise). 

Sem esse procedimento pode morrer rapidamente.

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7 respostas

  1. Novamente a secretária tipo EXPORTAÇÃO que Jaques Wagner e Jorge Solla nos mandou causa o CAOS em Ilheus!

    Espero que a população lembre desse “presente” que o Wagner e Solla nos mandou na hora que um deles vier pedir seu voto!

    O que Jabes esta esperando para mandar Dra Ledívia de volta ora salvador?

  2. De todos os absurdos dessa cidade, esse foi o pior que já vi. Um renal crônico não vive sem diálise. E não se acha vaga pra diálise de um momento pro outro.
    Minha vontade é de chorar… Horrível. Já não chega o que esses pacientes sofrem?
    Meu pai fez hemodiálise durante 10 anos e é um dos poucos sobreviventes a tanto tempo de diálise esperando na fila por um rim. Graças a Deus hoje está bem…
    Eu sei o que esses pacientes vivem. E não tenho ideia do desespero que deve estar instaurado em cada um deles.
    Pra mim o fechamento da clínica, é homicídio! Jabes agora é assassino?

  3. “RENAIS CRÔNICOS DE ILHÉUS CORREM RISCO DE VIDA”

    GUSMAO, NAO SERIA RISCO DE MORTE ?

    Sergio Rodrigues responde.

    Risco de vida ou risco de morte?

    “Vejo (inclusive na revista VEJA) e ouço falar muito na seguinte expressão: ‘Ele corre risco de vida’. O certo não seria ‘Ele corre risco de morte’? Qual é o correto?” Adriano Frederico, de Congonhas (MG).

    Entende-se a angústia de Adriano. A pressão social pelo uso de “risco de morte”, expressão emergente, como se houvesse algo errado no consagrado “risco de vida” que herdamos de nossos tataravós, é uma questão com que se defronta qualquer pessoa menos distraída no Brasil de hoje. É também o maior exemplo de vitória do besteirol sabichão que temos na língua.

    A questão tem cerca de dez anos, talvez quinze. O certo é que quando Cazuza cantou, em 1988, “o meu prazer agora é risco de vida” (na canção Ideologia), ainda não passava pela cabeça de ninguém corrigi-lo. Mais tarde, professores de português que exerciam o cargo de consultores em redações conseguiram convencer os chefes de determinados jornais e TVs de sua tese tolinha: “Como alguém pode correr o risco de viver?”, riam eles.

    Era um equívoco. Julgavam ter descoberto uma agressão à lógica embutida no idioma, mas ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada e compreender que risco de vida é risco para a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. O que, convenhamos, nem teria sido tão difícil.

    Muita gente engoliu desde então o risco de morte. De tanto ser martelada em certos meios de comunicação, inclusive na TV Globo, a nova forma vai sendo adotada por multidões de falantes desavisados. O que era previsível, mas não deixa de ser meio constrangedor.

    Não se trata de dizer que risco de morte seja, como alegam seus defensores a respeito de risco de vida, uma expressão “errada”. Não é. De gabinete, sim, mas não errada. Pode-se usá-la sem risco para a adequada comunicação de uma mensagem. Se seus adeptos se contentassem em fazer tal escolha de forma discreta, sem apontar agressivamente o dedo para quem não concorda com ela, a convivência das duas formas poderia ser pacífica.

    Se não pode ser pacífica é porque o risco de morte, mais que um caso linguístico, apresenta-se como um problema cultural, criação artificial de gente que mal ouviu o galo cantar e saiu por aí exercitando o prazer de declarar ignorante quem, mergulhado no instinto da linguagem de que fala Steven Pinker, já nasceu sabendo mais do que eles.

  4. Ilhéus realmente é uma ilha de exceções, só nesta cidade de cegos é que querem imputar ao Jorge Solla e a Jaques Wagner uma responsabilidade que é do prefeito Jabes Ribeiro, prefeito este que tem demonstrado desde o início da sua “nova gestão” que não tem nenhum compromisso com o social, principalmente com o povo pobre e miserável que necessita de ajuda. O sr. Jabes Ribeiro voltou con tanta sede de vingança contra o povo humilde desta cidade, que escolheu justo a saúde para castigar de maneira perversa o nosso povo, escondendo-se atrás da secretária de saúde, que é sua subalterna, vem deixando de repassar o pagamento de hospitais, clínicas, laboratórios e até mesmo o centro de tratamento de pacientes renais. PORQUE SERÁ QUE O SR. JABES RIBEIRO ODEIA TANTO ESTA CIDADE E O SEU POVO?

  5. Gusmao, obrigado pelo esclarecimento,perguntei porque minha professora disse que escrever risco de vida estava errado!

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