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VISITA SOLIDÁRIA À SERRA DO PADEIRO

Serra do Padeiro.
Serra do Padeiro.

No último sábado (26), representantes de instituições regionais, estaduais e nacionais visitaram a Aldeia Serra do Padeiro. Eles foram conversar com o povo Tupinambá sobre a luta pela terra.

O cacique Rosivaldo Ferreira falou sobre a criminalização que os latifundiários tentam impor às ações do povo Tupinambá. Segundo ele, um fato histórico, desde a época do Caboclo Marcelino. Marcelino José Alves é lembrado pelos tupinambás como herói da resistência nativa. Mas, ele foi perseguido e massacrado como um criminoso na década de 1920.

De acordo com cacique Rosivaldo, a história se repete e os tupinambás continuam perseguidos. Ele afirma que, além da violência armada, os latifundiários exercem um controle ideológico na região, resultado de uma aliança entre o poder econômico e os meios de comunicação de massa, como o rádio.

O cacique Babau também falou às representações institucionais. Segundo ele, a culpa de toda violência deve ser atribuída ao Governo Federal. O cacique afirma que o Ministro da Justiça não está cumprindo seu papel. “O que precisamos é que ele [o ministro] assine a Portaria Declaratória e dê continuidade ao processo de demarcação, devolvendo nossa terra e garantindo os direitos dos pequenos agricultores”, declarou o cacique Babau. 

A lista de instituições representadas no encontro segue abaixo.

Participaram do encontro: Associação Juízes para a Democracia (AJD), Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais (AATR), Associação para o Resgate Social (ARES), Associação de Docentes da Universidade de Santa Cruz (Adusc), Centro de Estudo, Pesquisa e Desenvolvimento do Extremo Sul da Bahia (Cepedes), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Central de Cooperativas do Litoral Sul, Pastoral da Juventude (PJ), Pastoral da Criança, Articulação de Políticas Públicas da Bahia (APP), Missionárias Agostinianas Recoletas (MAR), Federação de Órgãos para assistência social e educacional (FASE), Levante Popular da Juventude, Movimento de Mulheres em Luta (MML), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Coordenação Estadual dos Trabalhadores Acampados, Assentados e Quilombolas (CETA), Centro de Agroecologia e Educação da Mata Atlântica (OCA), Coletivo dos Alfabetizadores Populares da Região Cacaueira (Caporec), Escola Agrícola Comunitária Margarida Alves (EACMA), Movimento Negro Unificado (MNU), Polo Sindical de Itabuna, Conselho da Comunidade Para Assuntos Penais da Comarca de Vitória da Conquista, Conselho de Cidadania Permanente, Ordem dos Advogados do Brasil (Conselho Federal), Fórum de Educação no Campo, Assessoria do Deputado Yulo Oiticica, Estudantes e religiosos.

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2 respostas

  1. Passionalismo vergonhoso. Como fica o legitimo direito dos outros brasileiros? Desde quando afrodescendente é índio? Estes simpatizantes deveriam focar na situação dos verdadeiros índios que estão entregue a própria sorte morrendo de inanição. Esta TURMA faz parte de uma JUSTIÇA CAOLHA.

  2. Isto é a prova que no Brasil o cidadão trabalhador , honesto não tenhe valor , mais sim o falso índio , o político desonesto , os homossexuais ,os presidiarios , afrodescendentes esses sim e os outros como ruivos , brancos, quanto se descriminação nesses pais , já que a constituição diz que todos são iguais sem distinção de raças , clero e ideologias !

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