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COLUNA DECOLORES: ANIVERSÁRIO DE 49 ANOS DA LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ

Sessão MAGNA na Loja Elias Ocké – Ilhéus – iniciação e aniversário de fundação (49 anos).

Por Luiz Castro.

A Loja Maçônica Elias Ocké, completou no último dia 28 de novembro, 49 anos de fundação, com a participação de inúmeros maçons oriundos de várias Lojas Maçônicas da região circunvizinhas, além de realizar 4 (quatro) iniciações de novos maçons.

O compromisso do homem maçom: com a maçonaria a sociedade e a família.

Com a maçonaria:

O homem maçom tem que honrar a Maçonaria na qual logrou ingressar. Honrando a Maçonaria, estará honrando a si mesmo. Sempre que esta Instituição lhe solicite o labor e o sacrifício de algum tempo, será isso feito em prol de uma causa justa e nobre. Portanto, deve ser atendida, sem nenhuma discussão.

Também constitui um dever contraído consigo mesmo, o homem maçom trabalhar em beneficio da humanidade. Este dever ressalta o rumo do grande ideal de amor a felicidade que a Ordem Maçônica homologa para ser executado. O sim fim social, é a reconstrução do Templo de Salomão.

Tal Templo nada mais é do que a terra gloriosa, os homens reunidos em uma só família pela fraternização consciente.

Por isso a Maçonaria não louva, os preconceitos de raça, de classe, para proclamar a igualdade dos homens, tanto no direito à vida como no da liberdade.

A observância da pratica da virtudes é outro dever pessoal do maçom. Os indivíduos virtuosos são os padrões de uma geração, pela excelência da sua bondade e pela confiança que inspiram.

O maçom deve adquirir grande força moral sobre si mesmo, ser assíduos aos trabalhos da Loja, amigo dos irmãos, portar-se como cidadão filantrópico, que sabe que a caridade é a virtude por excelência.

Com a Sociedade:

Para se admitir, pacificamente, como verdadeira, a afirmação que o homem se mantém religado com os outros, é imprescindível reputá-lo vivendo socialmente.

Não se pensando dessa forma, a categoria dos seus deveres para com a sociedade ficará restringida à parentela e às relações de amizade mais intimas.  Mas, acontece que todos são cidadãos do mundo. Oriundo da mesma fonte criadora, como idênticos direitos que devem ser respeitados e acatados, todos os homens são semelhantes para as finalidades do existir.

Assim, chega-se a seguinte conclusão: O primeiro dever do homem para com a sociedade é, evidentemente, o respeito à vida do semelhante.

Com a família:

O lar é o ninho dos corações afins, o abrigo das pessoas do mesmo sangue. Nele é que começa, desenvolve-se e reside a família. Faz-se por isso, digno de toda recordação, de todo interesse e de toda consideração. Sem família constituída, não há dever. Não havendo dever, inexiste o amor que a é a força da coesão dos seus membros. Esse amor que institui os deveres, é fruto da instituição que harmoniza e garante a família; o casamento legal.

O amor à família é um dever irremissível de todo indivíduo que a chefie com bom equilíbrio no senso. É o amor que vibra, contamina e permanece, cuja força envolve a mente do homem, e cujas raízes alcançam o seu coração.

O lar da família é o lugar em que o homem adquire, na formação do caráter, as mais resolutas crenças que o prendem aos mais puros costumes. Ali é onde se pronuncia todo pensamento construtor ou guiador de todos os projetos aproveitáveis, sem nenhum constrangimento, com toda franqueza. “Meu lar é meu reino”.

Luiz Castro é bacharel em Administração de Empresas.

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