Dois anos sem o Tabu; parece que foi ontem

Tyrone Perrucho.

Do Cia da Notícia.

Este sábado (25) marcou o aniversário de dois anos de fechamento do jornal Tabu, em Canavieiras, na sua versão escrita e não houve nenhuma comemoração do feito pelo seu idealizador e editor nesses 50 anos em que funcionou. Antes de ser considerado um pensamento mórbido, a morte de o Tabu foi friamente calculada pelo jornalista Tyrone Perrucho ao escrever sua última manchete “É o fim do caminho”.

Como forte argumento para decretar o fim de o Tabu, Tyrone Perrucho utilizou a tão sonhada aposentadoria, que passaria a gozar com toda a intensidade no dia seguinte (26-04-2018), o que realmente quase aconteceu não fosse pequenas fraquezas para conceber pequenos textos. Aposentadoria, aliás, já é a segunda na carreira do jornalista, que há mais de 25 anos se tornou inativo da Ceplac.

Para os amigos, que esperavam a sonhada aposentadoria, o fato não se concretizou e as programadas festas anuais da quebra das amarras profissionais até hoje não foram realizadas, apesar dos constantes pedidos. Como qualquer político que se preza, ao ser cobrado pelas festividades, faz ouvidos de mercador e muda a narrativa dizendo que ainda faltam 48 anos para a comemoração dos 50 anos de seu fechamento.

A dissimulação de Tyrone será objeto de apreciação por ocasião da reinauguração da Confraria d’O Berimbau – em data a ser marcada com a devida cumplicidade do Covid-19. Nesta data, também participará da assembleia o Clube dos Rolas Cansadas, para a análise do libelo. Fontes extraoficiais dão conta que o Secretário Plenipotenciário da Confraria d’O Berimbau, Gilbertão Mineiro, está uma “arara” com o cancelamento das festas de o Tabu.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *