Augusto Castro e Marão adotam “roleta russa de 4 balas” como política de enfrentamento à Covid-19

Notinhas.

Augusto Castro e Mário Alexandre: faltam coragem para dizer não.

Decisões do STF concederam autonomia aos prefeitos e os classificaram como figuras centrais no enfrentamento à Covid-19.

Contudo, a pandemia se agrava quando os municípios são norteados por cálculos eleitoreiros.

A Itabuna de Augusto Castro e a Ilhéus de Marão (ambos do PSD) adotaram a criação de leitos de UTI como política principal.

A falta de apoio da União e o medo dos prefeitos de dizer não aos setores produtivos, sobretudo ao comércio, colocam as populações sob o risco de uma roleta russa ainda mais perigosa.

No Brasil, de cada 10 pacientes intubados, 8 não resistem e morrem sem direito a velório. É como se a pessoa fosse submetida a uma roleta russa cujo tambor do revólver, com espaço para 5 balas, fosse quase todo preenchido com 4.

O paciente intubabo tem apenas uma chance de sobreviver. Fora da metáfora e dentro do mundo real e cruel, apenas 20% (leia mais informações).

Está mais do que claro: leitos de UTI não são suficientes para salvar vidas. O mais importante é evitar o contágio.

Até a publicação desta notinha, os dois municípios juntos contabilizavam 915 mortes por Covid-19.



2 responses to “Augusto Castro e Marão adotam “roleta russa de 4 balas” como política de enfrentamento à Covid-19

  1. O nosso maior problema é colocar toda a responsabilidade nos órgãos públicos. A população também deve fazer a sua parte. Os críticos esquecem de falar que as pessoas precisam trabalhar , que o comércio precisa funcionar e o setor produtivo não pode parar. Aqueles que criticam deveriam também apresentar soluções.

  2. O prefeito MARÃO tem feito com muito esmero o que lhe cabe, muito esforço, mais as pessoas não entendem o cuidado a ser tomado para evitar a contaminação.Já se passou um ano, e a pandemia piora.O que falta e cada um ser responsável por si e pela família.E as empresas tem que produzir para melhorar a economia.Hoje temos no Brasil 116.000(cento e dezesseis milhões ) de pessoas necessitadas e mais de 27.000(vinte e sete milhões) de pessoas na miséria.O que foi passado de valores ao governo municipal, foi aplicada no combate ao COVID-19, FA

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