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Prefeitura de Itabuna vai fiscalizar descarte para evitar que vias públicas sejam lixões


A Prefeitura de Itabuna vai apertar o cerco contra quem insiste em descartar irregularmente lixo e entulhos em vias públicas. Este é o caso de área em frente ao Colégio Escola Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco um recorrente “ponto viciado” de lixo, que acaba prejudicando moradores e comerciantes além dos consumidores e feirantes do Bairro Califórnia.

Além de aplicar multas e aprender carroças e veículos carregados de lixo e entulho que se utilizam do local para descarte, o diretor do Departamento de Limpeza Pública da Superintendência de Serviços Públicos, Lázaro Pelegrini, disse que o primeiro passo já foi dado, com a construção de um muro no local, pelo proprietário da área, por solicitação da Prefeitura.

A próxima etapa, será a instalação de uma câmara de segurança e a presença de agentes de fiscalização no local para evitar o abuso do descarte irregular que se repete. “Com imagens da câmera de segurança, será possível identificar os infratores que podem ser punidos com multas e apreensão de seus respectivos veículos e carroças”, assegura o diretor.

Ele diz que não se justifica o lixão naquela área, já que o caminhão coletor passa diariamente. Diz ainda que a cada dois dias, equipes da Limpeza Pública, com máquina pesada, fazem a remoção do lixo. “Não vamos mais permitir esse abuso. Vamos aplicar multas em todos os infratores que teimam em transformar o local num problemático ponto viciado ”, reforça Pellegrini.

Moradores da Travessa Castro Alves confirmam a passagem diária do caminhão compactador e remoção do lixo que se acumula ao longo do dia. “Não adianta. Eles limpam e 10 minutos depois chegam carroças e carros com entulho e lixo, seja durante o dia ou à noite”, afirma a dona de casa Fátima Sobral, que se disse chateada.

Para ela,  é falta de cidadania e de respeito com os moradores e comerciantes, além da Prefeitura que mantém o serviço de limpeza pública funcionando e bem. “Alguns insensatos não colaboram e terminam por prejudicar a cidade como um todo”, frisa indignada.

Ela mora naquela travessa há mais de 38 anos e conta que nem sempre foi assim. Diz que no local funcionava um ponto comercial, mas depois que fechou, “ isso aqui se transformou num inferno, pois todo dia chegam carroças lotadas de entulho e até de animais mortos que despejam tudo como se aqui fosse um lixão”, completa.

A professora Tatiana Calazans, do Grupo Escolar Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, também confirma o problema, com a agravante de que  alunos e funcionários sofrem, diariamente, por causa do mau cheiro e a grande quantidade de baratas e ratos que  invadem as salas de aula.  “É preciso mesmo que a Prefeitura seja rigorosa com esses infratores”, sugere.

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