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Após assassinato de professor, comunidade do Banco Central vive dias de medo e poucas pessoas saem de casa

Moradores estão com medo de frequentar o espaço público.

Moradores do Banco Central, no interior de Ilhéus, vivem uma rotina de medo e apreensão após o assassinato brutal do Professor Reginaldo da Silva (Regi), no dia 21 de julho.

O educador foi morto a tiros (cerca de 12 balas) por homens desconhecidos que o aguardavam dentro de um carro, nas proximidades da escola que ele lecionava. Segundo relatos de testemunhas, já tombado no chão, Regi continuou sendo alvejado pelos criminosos.

O professor era querido pela comunidade, pois atuava há uma década na educação de crianças e adolescentes como servidor contratado pelo município.

O crime trouxe uma atmosfera de tensão a Banco Central, com toque de recolher voluntário estimulado pela ausência da Policia Militar. Há suspeitas de que Regi denunciou traficantes de drogas às autoridades, e por isso, outras pessoas estejam juradas de morte.

O medo coletivo diminuiu a movimentação na localidade e muitas residências habitadas permanecem com portas e janelas fechadas. A pracinha local tem recebido poucos pedestres desde a data do assassinato.

As informações chegaram ao BG por meio de moradores.

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