Terra:
Enquanto o governo brasileiro trava um embate com associações médicas por causa da proposta de importar médicos estrangeiros para atender a população, municípios do interior do País usam de todos os artifícios para conseguir atrair os profissionais.
Em Camargo, a 270 km de Porto Alegre (RS), o salário de cerca de R$ 16 mil não é suficiente para que médicos se interessem em trabalhar na cidade de pouco mais de 2 mil habitantes.
Para tentar solucionar o problema, a prefeitura decidiu pagar a faculdade de medicina para estudantes residentes na cidade que se comprometam a trabalhar no local por pelo menos cinco anos depois de formados.
“É sempre o mesmo dilema. Conseguimos um médico, ele fica no máximo um ano e vai embora. Eles não querem morar numa cidade pequena, que não oferece oportunidade para crescer mais e se especializar”, diz a vice-prefeita, Eliani Trentin. Ela tem esperança que a lei, sancionada no final de 2011, possa acabar com o dilema de não saber se no próximo mês o médico contratado vai continuar prestando o serviço. Clique aqui e leia a matéria completa.










Respostas de 2
esses prefeitos de cidade pequena a maioria são tudo caloteiros, o medico trabalha e só recebe no máximo os 3 primeiros meses, depois, não paga mais. Qual medico quer trabalhar de graça? E o pior é a estrutura do local. Medico precisa de equipamento para trabalhar, não são curandeiros.
Ótima iniciativa! Fica o exemplo para outras partes do país.
A saúde no Brasil já é um caos, mas para bancar uma copa da confederações e do mundo, rapidinho se consegue verbas.
lamentável…