Essa é a opinião do deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) sobre o novo diretor-geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira. O engenheiro agrônomo Sérgio Murilo foi nomeado recentemente para o cargo de comando, mas já era servidor de carreira da Ceplac.
“Homem da região cacaueira, filho da terra, que leva a Brasília esse nosso sentimento regional de que a Ceplac é indispensável para a vida da região sul. Nosso mandato está à disposição para ajudar a construir uma agenda propositiva para que a Ceplac volte a assumir o protagonismo que lhe cabe”, declarou Bebeto.
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Não tem mais jeito, CEPLAC nunca vai assumir protagonismo anterior. Hoje de fato só existe o patrimônio, acervo documental e genético e funcionários, muitos que já deram muito de si e outros muito pouco, mas todos em caminho de aposentadoria. Deixamos passar o “time” da sucessão. Agora é fazer outra coisa se quiser, como outro nome para descolar de eventual limo causado primeiro por algum mau uso depois por pouco uso. Todos os Governos, a partir de 1988, decidiram não decidir, deixar rolar, sucumbir por inanição ou velhice. Os mais apegados a modelos antigos, resistindo a qualquer mudança, ajudaram muito nessa inércia degradante da instituição.
HOMEM DE QUALIDADE,BOM FILHO,ESPOSO E PAI>ESSE EU ASSINO EMBAIXO
Coitado do Sergio Murilo. Agora que não tem dinheiro nem para abastecer os veículos é que resolvem entregar a CEPLAC para alguém comprovadamente competente.
A coisa está tão feia que as grades do escritório de Ilhéus estão amarradas com arame para não cair em cima dos pedestres.
Só um milagre poderá ressuscitar a finada CEPLAC. Sérgio Murilo é um excelente técnico, mas não sabe fazer milagres.
Desejo muito sucesso pra ele. Vamos torcer para que ele resolva nossa situação, ou seja, nós eng. florestais e biólogos temos salário diferenciado em relação aos agrônomos. Mesmo tendo doutorado e fazendo pesquisa, somos discriminados.
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Não tem mais jeito, CEPLAC nunca vai assumir protagonismo anterior. Hoje de fato só existe o patrimônio, acervo documental e genético e funcionários, muitos que já deram muito de si e outros muito pouco, mas todos em caminho de aposentadoria. Deixamos passar o “time” da sucessão. Agora é fazer outra coisa se quiser, como outro nome para descolar de eventual limo causado primeiro por algum mau uso depois por pouco uso. Todos os Governos, a partir de 1988, decidiram não decidir, deixar rolar, sucumbir por inanição ou velhice. Os mais apegados a modelos antigos, resistindo a qualquer mudança, ajudaram muito nessa inércia degradante da instituição.
HOMEM DE QUALIDADE,BOM FILHO,ESPOSO E PAI>ESSE EU ASSINO EMBAIXO
Coitado do Sergio Murilo. Agora que não tem dinheiro nem para abastecer os veículos é que resolvem entregar a CEPLAC para alguém comprovadamente competente.
A coisa está tão feia que as grades do escritório de Ilhéus estão amarradas com arame para não cair em cima dos pedestres.
Só um milagre poderá ressuscitar a finada CEPLAC. Sérgio Murilo é um excelente técnico, mas não sabe fazer milagres.
Desejo muito sucesso pra ele. Vamos torcer para que ele resolva nossa situação, ou seja, nós eng. florestais e biólogos temos salário diferenciado em relação aos agrônomos. Mesmo tendo doutorado e fazendo pesquisa, somos discriminados.