
A reação ruralista não prospera hoje em Ilhéus, onde é marcada especialmente pelo preconceito étnico contra os índios tupinambás. Ligada a esse discurso, a pré-candidatura de Luiz Henrique Uaquim (PMDB) a prefeito não consegue decolar.
Segundo informação obtida por este blog, a direção estadual do PMDB percebeu essa realidade desfavorável. Por isso, disponibilizou apenas quarenta mil reais para a campanha de Uaquim, o que gerou insatisfação no diretório municipal. O próprio Luiz Henrique já estaria em busca do posto de vice de um pré-candidato a prefeito com mais apoio.
A família Vieira Lima dá as cartas no PMDB baiano. Dois irmãos comandam o diretório estadual: o deputado federal Lúcio e o secretário de governo do presidente interino Michel Temer, Geddel. O senso de oportunidade costuma guiar os Viera Lima. Esse conselheiro parece ter recomendado economia em Ilhéus.
“Não procede”
Hoje, por telefone, o presidente do diretório ilheense do PMDB, Chico Xavier, disse que a informação não é verdadeira. Segundo ele, ao contrário do que tem sido dito, Uaquim não desistiu da candidatura a prefeito.
O PMDB, informa Xavier, mantém o diálogo aberto com todos os partidos da oposição.
Sobre os quarenta mil reais, Chico Xavier disse que esse assunto ainda nem sequer entrou nas pautas das reuniões. “Não é o momento agora. Isso só vai ser definido depois das convenções. Não procede, essa informação é inverídica”.









