Por Rudá Ricci
Temer é um governo provisório. Não nasceu para durar e seus formuladores já admitiram publicamente esta obviedade.
Do outro lado do muro, está nascendo um novo campo popular e uma nova esquerda (não necessariamente similares).
Uma das mais significativas novidades é a pluralidade de partidos que já demonstra certa unidade de ação: PSOL, Raiz, PartidA, Frente Favela Brasil, Mais.
Outra inovação emerge no campo das organizações e coletivos de ativistas sociais: da emergência dos autonomistas à pujança do MTST.
Enfim, há uma profunda novidade em curso que os mais afoitos e os institucionalistas parecem desconhecer.
Alguns apontam a possibilidade de vitória eleitoral da nova esquerda em Belém, no Rio de Janeiro, Porto Alegre e o desempenho positivo de Erundina em SP. Se ocorrer, será importante, mas, ainda assim, insuficiente. O campo institucional é ultraconservador em nosso país e poderá tragá-los ou sitiá-los. Sem uma nova base organizada de esquerda, serão vitórias de Pirro.
Entretanto, a novidade está novamente no campo da esquerda. A direita está de passagem.
Rudá Ricci é cientista político.










Uma resposta
Cientista político! KKKKKK
Onde e em que lugar do mundo existe exemplo da esquerda a que ele se refere? É preciso exemplos!
A esquerda que conhecemos é aquela que coloca o Brasil no mais profundo obscurantismo. Segundo GOETHE, o “O obscurantismo a bem dizer não consiste em publicar o que é verdadeiro claro e útil mas no por em circulação o que é falso”! Nada define mais os ensinamentos esquerdistas que a MENTIRA. Daí que a dita esquerda não prospera em local algum do planeta.