Nas imagens, Gusmão aparece com Nilson Antônio e Ariovaldo.
Com a intermediação da Superintendência de Meio Ambiente da Prefeitura de Ilhéus, órgão da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável, o Instituto Floresta Viva doou quarenta mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para a Associação dos Machadeiros de Olivença. A entidade lidera a organização da festa da Puxada do Mastro de São Sebastião e vai plantar as mudas no local de onde tirou as duas árvores usadas no evento deste ano.
Na festa, os homens vão à mata em busca de uma árvore grande, que vira o mastro de São Sebastião, e de outra menor, que faz parte do ritual das crianças e adolescentes. As mudas (10 ipês-roxos, 10 jacarandás, 10 jacarandás da mata e 10 guanandis) servirão justamente para compensar a derrubada das árvores.
A superintendência também garantiu o transporte das plantas até o local. Além disso, vai prestar auxílio técnico aos machadeiros, acompanhando o plantio e o desenvolvimento das mudas.
O senhor Ariovaldo (Camisa), presidente da associação, recebeu as mudas do superintendente Emílio Gusmão, que fez a ponte entre a entidade e o Instituto Floresta Viva.
Gusmão agradeceu o apoio do gestor ambiental Nilson Antônio, funcionário do instituto, e falou sobre o ênfase dado pelo prefeito Mário Alexandre (PSD) e o vice José Nazal (Rede) às práticas sustentáveis nos discursos de posse.
Segundo o superintende, um dos seus papéis é facilitar a interlocução entre instituições e entidades que podem trabalhar juntas em benefício da população e da cidade. “É uma coisa simples. Foi um ato simbólico, mas também efetivo. Claro que não resolverá todos os problemas ambientais de Ilhéus, mas a Puxada do Mastro tem que ter essa visão do futuro. Derruba-se, mas, é necessário plantar e, não só plantar, acompanhar o desenvolvimento”, explicou Gusmão.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Email
Print
Uma resposta
excelente iniciativa. Tem uma pedreira que deveria ser autuada pelo município por danos irreversíveis ao meio ambiente, é um buraco a deu aberto e sem nenhum plano em recuperar.
Uma resposta
excelente iniciativa. Tem uma pedreira que deveria ser autuada pelo município por danos irreversíveis ao meio ambiente, é um buraco a deu aberto e sem nenhum plano em recuperar.