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Salvador pode ter 900 mortes do final de maio até o dia 15 de junho; prefeitura vai cotar 4.000 caixões

Uma projeção feita pela Secretaria de Saúde da Bahia afirma que Salvador poderá ter 900 mortes entre os dias 31 de maio e 15 de junho por falta de leitos.

A taxa de mortalidade da Covid-19 na capital é de 3,8%. Ou seja, a cada 100 pessoas infectadas, quatro morrem.

O índice de mortalidade pode aumentar mesmo com leitos criados em hotéis e hospitais articulares.

De acordo com o secretário municipal de saúde, Leo Prates, no final de maio Salvador pode não ter mais leitos disponíveis, sendo eles para pacientes com Covid-19 ou para doentes que precisem de internação.

“Maio é o mês crítico para nós e vai dizer como vamos enfrentar a pandemia. Se continuar como está, a partir do dia 15, teremos problemas. A data que os epidemiologistas da secretaria, com o apoio técnico da Fiocruz, indicam para um possível colapso dos leitos clínicos em Salvador é 23 de maio. E o colapso do sistema se daria entre 31 de maio e 15 de junho”, afirmou o secretário Bruno Reis.

A Prefeitura de Salvador fez uma cotação de quatro mil caixões além de urnas funerárias simples para tentar evitar colapso também nos cemitérios da cidade.

*Com informações da Rede Bahia.

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