O clamor popular, historicamente, nem sempre está próximo da verdade. Basta analisar o resultado de muitas eleições e o desempenho dos eleitos. Essa afirmação não contesta a democracia, e sim, a aceitação de “projetos” a partir de propagandas mentirosas.










Respostas de 14
Gusmão
concordo com você em parte do texto, pois eu dentro de minha inocência e até mesmo, a falta de conhecimento profundo do que é realmente o projeto porto sul, sou a favor do projeto. Quero enfatizar que sou a favor do que for bom para Ilhéus e sua população.
E quero repudiá a pratica ilegal de alguns políticos de nossa cidade de fazer maquilhagem, e achar que o povo é besta.
Queremos algo que der sustentabilidade para o povo de nossa querida Ilhéus, mas com segurança, com respeito a seu povo, com preservação do patrimônio natural, que além do seu povo é a segunda riqueza.
Brilhante, Gusmão. Brilhante!
Gel
Ainda bem que o Srs Rubens Recupero, demostra lucidez e compromisso com pensamento de outro tempos que ele leva a risca, quando ele falou a Carlos Monforte em Brasilia numa entervista ” vc sabe nao é Monforte o que é bom agente amostra o que é ruim agente enconde, vc sabe que eu nao tenho escrupulos”. È isso.
Ja estou ficando pirada com essa polêmica interminável. Tenho muito medo do progresso irresponsável e desenfreado. Quando penso na destruição que aconteceu em Olivença por conta da Ilhéus/Una/Canavieiras me arrepio. Foi terrível ver coqueiros cortados, uma tororomba natural se transformar num perigoso balneário com um trampolim gigante que causou até mortes. O buraco do padre sumiu. O progresso foi para mim o pior dos desencantos. Olivença morreu! Talvez eu esteja errada; mas não gostaria de ver acontecer mais uma tragédia ambiental. Prefiro viver em paz sem medo de ser feliz!
Fabio Simões,
julgar toda uma história de vida, com base numa frase impensada, dita numa conversa com um cunhado, no período eleitoral, penso que é superficial demais. Imagine julgar o Lula por ter dito “minha mãe nasceu analfabeta” ou “o Delúbio me traiu”.
Sinceramente, ninguém deve pagar a vida toda por um erro tão bobo. Nem mesmo mesmo Maluf pela infeliz “estupre mas não mate”.
Eles não se preocupam se vão errar. O POVO É QUE SE EXPLODA…
Nosso dinheiro foi enterrado na Tulha.
Agora mudam de lugar e desapropriam tudo novamente sem a certeza de que poderão fazer mesmo algo…
Metiras e mentiras e o povo Ó!
pEDRO….MEU NOME É PEDRO!
Gusmão,
Como sempre, brilhante! As pessoas não querem o Porto Sul ou o Porto da BAMIN. O povo quer emprego e o Governo promete os tão sonhados empregos com este projeto. A responsabilidade é do Governo e nós podemos contribuir para que este equívoco seja resolvido. Só unidos poderemos contribuir e fortalecer o Poder Público nessa questão, mas seus representantes devem começar a lição já aprendida do bê a bá. Nada de rolo compressor. O governo está permitindo à empresa âncora ser governo paralelo e o povo que conseguiu estar mais próximo, está se sentindo valorizada, pois o povo é carente de atenção e estar próximo do “rei” os faz sentir o gostinho do poder e de como é fácil enganar os outros e se beneficiar disso. É uma pena! Vamos sim gerar emprego e renda, pois desenvolvimento nós queremos, mas para muitos e não para tão poucos. Os muitos empregos prometidos são apenas por no máximo 24 meses e para mão de obra pouco ou não qualificada.
Um excelente semana para você Gusmão. A cada dia te admiro mais.
Maria do Socorro Mendonça
“A siderurgia brasileira destruiu o Vale do Rio Doce. Para a recuperação de uma pequena parte, se estima que vai custar mais de 1 bilhão de dólares. Muitas das empresas que arruinaram o Rio Doce não existem mais, são de 80 anos atrás. Então, quem acaba pagando a conta é o cidadão comum”
Deixa ver se eu entendi. Um projeto feito 80 anos atrás, época em que as preocupações ambientais eram ZERO, arruinou o Rio Doce. E, 80 anos depois, as empresas não existem mais.
Conclusões?
1. O projeto gerou emprego e renda diretos (as empresas que surgiram na época) por 80 anos!
2. Não se contabiliza aí as atividades econômicas que surgiram impulsionadas por esse vetor, ao longo dessas décadas!
3. Se fosse concebido com os cuidados ambientais que tomamos hoje, seguramente não causaria passivo significativo!
Taí: a frase de Ricúpero parece um forte argumento a favor do Complexo Intermodal de Ilhéus.
Valeu!
Caro.
Emílio Gusmão? Maria Socorro Mendonça
Crescimento é nome do jogo da economia mundial neste ínicio do século XXI.De um lado, as nações industrializadas, cientes dos enormes risco da estagnação produtiva, monitoram atentamente seus índices de desempenho.De outro, os países emergentes sabem que o resgaste de suas históricas dívidas sociais está vinculado à retomada do desenvolvimento. executada de maneira responsável, como uma obra feita para durar.Ilhéus dono de uma posição de relevo nesses últimos tempos tem sobre si o olhar atendo de parte do mundo.Paira no ar o sentimento geral de que, talvez, os brasileiros estejam no limiar de um novo modelo de desenvolvimento, ao mesmo tempo sólido e solidário, em que o crescimento econômico e inclusão social se alimentam mutualmente.
Seria presunçoso esperar de braços cruzados que tudo isso aconteça.É preciso trabalhar para fazer acontecer – por menor que seja a contribuição de cada um nesse sentido, ela é indispensável.Não consigo enxergar desenvolvimento e crescimento de nossa terra sem que haja o desenvolvimento industrial e a construção do Porto Intermodal, para ampliar a influência da exportação na balança comercial é um meio de geração de empego, renda e valorização, incentivo ao crecimento industrializado.A construção do Porto Intermodal em Ilhéus é o Progresso chegando a região combalida e falida.
A construção do Porto Intermodal tera como finalidade escoar a produção do minério de Caitité.Para tal fim esta sendo construida a ferrovia ligando ao distrito industrial.Haverá impacto ambiental porém o governo cuidará para que amenizemos ao máximo, compensando os investimentos tecnícos para para ser implantado, projetados, de modo que não haja prejuizos dos nativos.No futuro porto escoará toda a produção do centro-oeste de grãos de soja, milho etc, além de atrair indústrias que pretendem instalar em Ilhéus.A atividade será geradora de milhares de empregos diretos e indiretos.Não há duvuvida que o projeto é irreversível e trará benefícios não só a Ilhéus mas para toda a região e até mesmo para todo o Brasil, tendo em vista que a sua localização tornará os custos de transportes bem mais baratos e as mercadórias e produtos transportados pela ferrovia serão altamente competitivos.
O importante é que a população organizada não abra mão das compensações pelos eventuais danos causados ao meio ambiente.E este tem sido um dos compromissos assumidos pela Bamin, vamos cobrar e exigir.
Melck Rabelo
As pessoas continuam interpretando de forma equivocada, pois àquela época não tinham cuidados ambientais, parece que hoje têm. No entanto, o que assistimos foi a empresa do Cazaquistão, interessada na construção de um TUP – Terminal de Uso Privativo, em pleno século XXI, quando os cuidados ambientais deveriam ser condição “sine qua non”, omitiram os corais ali existentes e ainda o governo anuncia que as obras na nova área devem iniciar, inclusive com licença antecipada.
Certamente que contabilizadas, as atividades econômicas, os empregos diretos e indiretos, não foram suficientes para que o local fosse desenvolvido de forma respeitosa e por isso não foi sustentavel, como não será o empreendimento que o governo propõe para Ilhéus se cidadãos desta Região nascidos ou não, continuarem se portando de forma tão enojadamente subserviente, aceitando o que vier, apenas alertando que pode vir sem estar de fato atuando e cobrando, enquanto cidadão que isso aconteça, posandos de bons moços e boas moças, dizendo amém. O que devemos é exigir dos governos, não importa de qual partido sejam, nos tragam desenvolvimento que seja distribuidor de riquezas e não concentrador como os do Vale do Rio Doce, que se transformou em Vale do Rio Morto. Ganharam dinheiro e zarparam no mundo onde foram gastar os lucros das nossas riquezas arrancadas. O que estão nos propondo não é diferente.
Melck
Ás vezes eu penso que você está de uma ou outra forma. Há momento em que demonstra profundo conhecimento sobre um determinado tema e em outro momento trata do assunto como se fosse um profundo desconhecedor. Sabe quando um irmão mais velho faz a tarefa da escola e o professor fica querendo entender? Pois é… Vamos em frente, você está cada dia melhor, evoluindo tanto quanto os bens dos seus. Sucesso meu amigo a você e aos seus “brimos”!
Vixiiiiii… pegaram Osama, você viu?
kkkkkkkkkk :-Vixiiiiii… pegaram Osama, você viu?kkkkkk
Socorro, estou rindo com o seu final feliz em resposta aos comentários do Obama de Ilhéus..kkkkk
Socorro Mendonça,
Não sou eu que mudo em nada meus conceitos e pensamentos da Construção do Porto Intermodal.Não sou alienado e ninguém muda m meus conceitos e conhecimentos adquiridos ao longo dos tempos, sei o que bom e ruim para Ilhéus e região.
Vocês é que cada dia muda de opinião sobre os conceitos do “projeto”, do Porto Intermodal, espalhando notícias eco-terroristas que não corresponde com a verdade, ai fica difícil de entender!
Abs,
Melck Rabelo
Melck para voce, um grande e afetuoso abraco. O teclado esta sem sinais graficos. Se voce soubesse ahhhhhh…Deixa pra la. melhor nao saber. kkkkkkkkkkkkkkk… Quem muda sou eu? Juro que nao sou a Engenheira contratada para elaborar nenhum dos projetos. Alias nem Engenheira sou!