O Blog do Gusmão conseguiu o vídeo do pronunciamento da vereadora Professora Carmelita (PT), na última terça, 24, na Câmara de Vereadores de Ilhéus.
Pré-candidata ao comando do Palácio Paranaguá, Carmelita criticou duramente o governador Jaques Wagner, também do PT.
Coerente com o seu passado sindical, Carmelita pode ter afastado o governador do palanque petista, nas eleições desse ano em Ilhéus.









Respostas de 3
Considero que a vereadora Carmelita está certa nessa questão. O governador tem se equivocado com o trato destinado às reivindicações dos servidores públicos estaduais, criminalizando o movimento e retirando direitos dos mesmos. Isso vai de encontro ao que apregoa o governador, que, realmente, tem jogado no lixo sua história de sindicalista. Colocar setores sociais e políticos progressistas – que, aliás, sempre apoiaram seus projetos – embaixo do arrocho salarial, criminalizando suas reivindicações e tratando as divergências com o velho chicote não é uma boa política. Aos adesistas de hoje e de sempre isso pode não importar, pois aderem a um lado ou a outro ao sabor das conjunturas eleitorais e basta estar ao lado do Governador, seja ele quem for, represente o que representar. Mas para quem defende um país, uma Bahia e uma Ilhéus mais justa para seus cidadãos e sempre defendeu as mudanças que, aos poucos, tem feito da Bahia um estado melhor para se viver, vale a crítica sim. Bom aliado não é o que só diz sim para estar bem com o rei, ou, no caso, com o Governador. Bom aliado faz a crítica para que cessem os erros e ajustemos enquanto é tempo, para não favorecer os setores conservadores, de dentro e de fora do governo.
Rodrigo Cardoso
Pois é Rodrigo,o blog do Gusmão está numa sinuca de bico ao fazer leitura acerca da coerência de uma sindicalista que tem história, EXIGINDO, subliminarmente que a pessoa negue sua trajetória, traia a CATEGORIA e se ajoelhe diante de um governante que tem tratado o/a servidor/a público como um/a qualquer. É bom que Gusmão […]e Jaques Wagner saibam que o poder é efêmero. Pior ainda quando se desrespeita quem carrega o Estado nas costas. Desconsidera a história dos sindicatos [da qual participou], maltrata servidores/as da segurança pública e agora quer tratar TRABALHADOR/A EM EDUCAÇÃO como se fosse “qualquer coisa”. Seria interessante que os Gusmão e os que ele “defende” se perguntasse qual o “apoio” que JW tem dado a Ilhéus. Me parece que a postura que teve Lula [gestão do Território Brasileiro para todos e todas, independentemente de quem seja o governante estadual ou local]não é a que está tendo o senhor JW com Ilhéus,uma vez que temos demandas urgentes e, nós temos direitos. Desta forma, será preciso analisar o fato de que temos deputados ditos da “base aliada” que são de todos os partidos. E por que não conseguem NADA para Ilhéus?Será que o “amém” que o Gusmão quer impor a Carmelita no que se refere ao que a mesma disse sobre JW passa pela necessária sumissão ao alcaíde estadual, ainda que isto fosse uma expressiva traição dela à Categoria e à sua própria HISTÓRIA?Será que o Gusmão [e os que ele representa]age neste momento a partir da história da pessoa, da cidadã e mulher pública ou está com mais um jogo de cena?E se este jogo de cena pretende ser “colocar o nome dela como candidata INVIÁVEL porque questionou o Governador da Bahia, é bom que ele [s]saiba [m]que vivemos num Estado Democrático de Direito e a nenhum governante é dado o direito de ser déspota. E, além disso, os/as trabalhadores/as em educação se reconhecem na fala da vereadora, da cidadã e mulher pública [ que é também trabalhadora em educação]porque dizem, no momento, um NÃO a JW. E saiba o Gusmão que em pesquisa recente, o JW tem apenas um certo percentual de aceitação no município e, o quie é interessante notar, a sua pretensão de ser senador da república passa por Ilhéus. Desta forma, quem quiser ser subserviente, capacho, coluna do meio e negar a sua trajetória, que o faça, mas respeite a postura dos outros, porque o que o senhor JW tem que fazer por Ilhéus passa pela taxação sobre/contra o povo que é cotidiana e que deveria voltar em forma de serviços [diversos], coisa de que estaremos “carentes”.
Pascoal,
Carmelita é candidata à prefeita pelo PT, e Jaques Wagner é o principal líder do partido no estado.
A crítica feita na câmara foi muito forte, para quem deseja o apoio do governador.
Entretanto, não deixamos de relacionar a coerência do discurso como o passado sindical de sua autora.
Se realmente estivéssemos a serviço de alguém, apenas ressaltaríamos o chute na canela de Wagner.
Pascoal, apenas para te lembrar, até hoje vc não me explicou o excesso de contratados na secretaria de educação, a maioria indicada pelo PT.
Vcs do sindicato não dão um pio.
Estamos investigando, aguarde notícias.