BLOG DO GUSMÃO

JABES VAI PERDOAR JOAQUIM?

Joaquim: perdão com secretaria. Foto: Andrei Sansil.

No último sábado, à tarde, uma chamada no celular interrompe este blogueiro, no momento em que relia trechos sublinhados do romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado.

— Gusmão meu velho! Tudo bem com você? Aqui é o professor… do departamento de direito da UESC.  Quando você cursava comunicação, nós por diversas vezes tivemos boas conversas no “ceu”, lembra de mim?

— Claro que lembro! Depois que eu terminei, nos encontramos várias vezes. Ainda joga xadrez?

— De vez em quando sim. Rapaz, me diga uma coisa. Joaquim vai ser secretário de Jabes?

— Rapaz não sei. Jabes é muito cuidadoso com a imprensa. Ele odeia que antecipem suas decisões. Fica incomodado.

— Você tá lembrado que Quincas abriu inquérito administrativo contra Jabes em 2009, por ele não dar aulas na UESC?

— Lembro sim. Mas tudo foi resolvido. O homem tinha direito às licenças e já se aposentou.

— Sim, não teve problema algum, mas, Quincas era reitor, poderia ter livrado Jabes das muitas humilhações que sofreu. O caso foi parar na imprensa e dentro da universidade ele foi muito perseguido. Teve até uma professora, membro da comissão de inquérito administrativo, que durante uma audiência com o próprio Jabes, perguntou ao suposto faltoso se ele “não tinha vergonha”. Ela foi dura demais!

— Foi mesmo?

— Claro que foi. Eu lembro de tudo. Se Jabes perdoar Joaquim pelas humilhações que sofreu, ele subirá mais um degrau no caminho para a salvação. Será um cristão convicto.

— Professor, Jabes é político. No primeiro governo (1983 a 1988), o vereador Nizan Lima pediu a cassação dele. Anos depois, JR o nomeou secretário de esportes, durante o terceiro mandato.

Dai em diante a conversa insistiu um pouco mais no assunto. Depois, tratou de outras amenidades que não interessam aos amigos visitantes.

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Respostas de 4

  1. Que belo serviço que você presta a Ilhéus não é Gusmão. Inicio de governo e você começa a revolver coisas passados e já vencidas, com o único intuito de dificultar as coisas para o Prefeito eleito da cidade.
    O impressionante é que você nada ganha com isto, pelo contrário, Ilhéus nada ganha com isto, e na verdade ninguém ganha.

    Fica aqui a pergunta: qual o seu objetivo ao fazer coisas como esta? Será que podemos considerar isto como JORNALISMO?

    Para concluir, digo que não é questão de perdoar ou não perdoar. Jabes quer e vai fazer o melhor para Ilhéus.

    Reflita um pouco amigo Gusmão.

  2. O então reitor Joaquim Bastos fez exatamente o que deveria fazer: instaurou processo para investigar uma denúncia.

    Fez exatamente o que deveria, como reitor. A condução e as conclusões do inquérito não dependem de sua vontade. Agiu corretamente tanto do ponto de vista institucional quanto do ponto de vista ético.

    O ex-professor Jabes Ribeiro apresentou as provas que foram requisitadas e tudo ficou esclarecido.

    Não vejo porque haver qualquer necessidade de um perdoar o outro.

  3. Que coisa bonita, nao se pode ligar para vc que é reportagem certa, não tem nem um cuidado de transformar o batepapo em uma reportagem, coloca a prórpia conversa…que falta de profissionalismo.

    Editor brinca.

    Esse povinho de Jabes é vaidoso, que só. Fale o que quiser dos outros, mas de Jabes nada. Calma Rasputin!

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