Os sindicatos dos servidores públicos municipais de Ilhéus emitiram uma nota de esclarecimento sobre a discussão da mudança de regime dos trabalhadores. Confira abaixo:
Nota de Esclarecimento:
Diante das notícias inverídicas divulgadas pelo governo municipal, os sindicatos dos trabalhadores de todas as categorias de servidores públicos municipais vem a público esclarecer que nenhuma das entidades representantes dos trabalhadores foi ouvida, informada ou consultada sobre o projeto de Lei Complementar 001/2013, de autoria do prefeito Jabes Ribeiro, que acaba com o regime CLT dos servidores públicos municipais e institui o regime estatutário.
Mesmo sendo um projeto que trata da vida, do trabalho e das garantias dos direitos de cerca de quatro mil trabalhadores, a proposta não foi discutida com nenhum dos sindicatos representantes dos servidores, que não tiveram nem mesmo a oportunidade de opinar, propor ou mesmo colocar a posição e o entendimento dos servidores. Mesmo de forma antidemocrática e unilateral, o projeto foi aprovado, sancionado e publicado sem qualquer discussão.
Chegou a hora da elaboração do estatuto. E os sindicatos de todas as categorias de servidores públicos municipais informam que não aceitarão, em nenhuma hipótese, que o estatuto seja elaborado sem uma participação efetiva e atuante dos sindicatos dos trabalhadores.
Não queremos apenas ser consultados ou simplesmente ouvidos, como propõe o governo municipal. Iremos discutir, propor, opinar e elaborar em conjunto um estatuto que venha a refletir os reais interesses dos servidores públicos municipais. Estamos tratando de vida, de trabalho e de direitos de milhares de servidores. E dessa luta não vamos abrir mão.
SINSEPI
SINDGUARDA
SIGMI
SINDIACS/ACS
SINDATRAN
APPI/APLB-Sindicato









Respostas de 2
Muito estranho o comportamento dos Sindicatos, principalmente do Sinsepi, que não esboçou nenhuma reação quando os aliados de Jabes, numa manobra clara de autoria do atual Prefeito, quando aprovaram a reversão da pauta, calando a voz dos representantes do APPI/APLB. O atual Presidente da Câmara, além de fazer parte do bloco Jabista, também é irmão do Presidente do Sinsepi. Quaisquer manifestações teriam que ser implementadas antes da votação ou mesmo durante a Seção, por questão de ORDEM. Porisso, faz-me crer que o comportamento da Diretoria do Sinsepi, em particular do seu Presidente, venha a ser uma peça de teatro, cujos servidores públicos municipais, são meros coadjuvantes. Será que realmente o Sinsepi não teve participação nessa manobra de Jabes, juntamente com o Presidente da Câmara? VAMOS EXERCITAR O NOSSO BEM MAIOR, QUE É O RACIOCÍNIO.
Esperamos e confiamos no sindicato e nas pessoas que estão lutando pelos sindicalizados, não é possível que uma medida tão séria,(que muda e afeta a vida de tantas pessoas ,não só dos principais envolvidos,mas também dos que estão indiretamente envolvidos), seja tomada a facão da noite pro dia e que as pessoas mais afetadas pela mudanças não foram ouvidas, seus representantes legais não tiveram como debater as melhores condições e pior aqueles que são os representantes no poder legislativo não entendem sua função.