Dez policiais militares que lideram o movimento grevista na Bahia e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça deixaram a Assembléia Legislativa e foram deslocados para cidades do interior do Estado, na tarde dessa segunda (06).
O objetivo é mobilizar outras associações para entrarem em greve, além de impedir que os mandados de prisão sejam cumpridos até que o governo conceda a anistia aos militares. As informações são da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra – BA).
Segundo o Correio, no prédio da assembléia, em Salvador, continua somente o líder do movimento, Marco Prisco, presidente da Aspra. Prisco é um dos grevistas que tem mandado de prisão em aberto.
“Nós [Prisco e os outros policiais] só sairemos quando o Governo aceitar todas as nossas pautas de reivindicação”, garantiu Ronaldo Santos, secretário geral do Psol na Bahia e “colaborador político” de Marco Prisco.








