De José Henrique Abobreira, no facebook.
Ao contrário dos que torcem pelo fim da Plenária Unificada Ilhéus Sustentável, reafirmo: o agrupamento pode ter sido rechaçado por alguma agremiação partidária, só que o conceito da plenária transcende o período eleitoral de 2012.
Essa concepção, na verdade, projeta para a construção do futuro organizado de crescimento da cidade com fundamento no viés da sustentabilidade, com desenvolvimento econômico, respeito ao meio ambiente e justiça social, é um trabalho para as futuras gerações poderem gozar de uma cidade com uma melhor qualidade vida, independe do grupo político que venha a ocupar o poder, é uma agenda para o futuro, Ilhéus 2012










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Parabéns Abobreira, não podemos nos intimidar diante das tentativas de desqualificação do pensar grande. Pensar grande perpassa governos. Vamos continuar trabalhando para que todos tirem as vendas dos seus olhos. Uma cidada não pode crescer sem pensar de forma unificada em sustentabilidade e isso não é modismo ou tem donos. É apenas uma nova forma de fazer a mesma coisa e certamente com eficiência, eficácia e efetividade. Continuemos pois nós permaneceremos.
Não se trata de torcer ou não torcer para o fim da “Plenária Unificada Ilhéus Sustentável” e nem que a ideia por si elaborada, sr. José Abobreira, seja de jogar fora, pois é muito louvável e de futuro assegurado (só demonstra o alcance concreto e sustentável do que preconizou, ao apelar para a união dos vários Partidos Políticos em Ilhéus, além de que, o futuro de muitas Cidades Baianas e porque não de todo o Brasil, seja o de unirem-se em torno de um objetivo comum (Plenárias Unificadas e Sustentáveis), para que, o Desenvolvimento Social e Integrado de Todos os Cidadãos e da Sociedade Civil em Geral, desde que, as classes que sempre foram e têm sido as mais desfavorecidas, passem a dispôr de qualidade de vida e proteção vasta e em todos os sentidos pelos Governos Estaduais e/ou Federal e por conseguinte, das Prefeituras, de modo a que e cada vez mais, haja menos diferença de classes e igualdade de tratamento para com todos os Contribuintes Ativos e assegurar o pleno emprego das classes trabalhadoras e banir de vez, a “economia paralela e subserviente” que alastra na sociedade de consumo de que fazemos parte, mal grado e para que isto venha a acontecer, tenhamos de ser todos nós os “agentes fiscalizadores” de todos os outros que nos rodeiam, até mesmo nossos familiares, se necessário for), não fosse a composição da mesma e sem esquecer que a maioria dos “políticos” que a compõem, já terem dado provas de que não servem para os cargos, que só querem servir-se e não servir, não serem democratas e nem pensarem em exercer a Democracia, que defendem interesses opostos aos do Povo Trabalhador, que só pensam em aumentar seus pecúlios (imobiliários e bancários, entre outros), serem bajulados e amigos de umas “mordomias” e de já terem dado “mostras de difícil convivência política entre eles” e sem vislumbrarmos “um final pacífico e feliz” para esta Plenária, composta por tantos “vendilhões do Templo”, especialmente aqueles que se aproveitam das Igrejas e da Religião Cristã, para continuarem a enganar os incautos e a darem-se muito bem, com a “coisa pública”. Era bom que este projeto caminhasse em direção ao Futuro, mas com outros protagonistas e com outras ideias (de bem fazer).