Na UESC, uma ajuda financeira de R$ 250 é concedida por mês para aproximadamente mil estudantes, direcionada ao custeio de despesas básicas como transporte, aluguel, livros.
O problema é que a chamada bolsa de permanência nunca é paga pontualmente.
Segundo estudantes, a última parcela foi paga em julho, no fim do primeiro semestre. Desde o retorno às aulas que a grana não cai na conta.
Quando acionada, a tesouraria da universidade alega que o atraso é motivado pela secretaria estadual da fazenda.
Em reunião com estudantes, na semana passada, a reitora, Adélia Pinheiro, prometeu fazer pressão para que a bolsa seja paga, mas parece que não resolveu.









