Representantes de empresas de construção civil em Ilhéus se reuniram na sexta-feira (15) para discutir o impacto que o setor representa na economia local.
Segundo o grupo, nos últimos quatro anos foram gerados cerca de 6 mil empregos diretos e indiretos e negociados 4 mil imóveis, entre os que já foram entregues e os que estão em fase de construção. Hoje, o setor mantém, em plena atividade, 15 construtoras.
Segundo dados do Cadastro Geral dos Empregados (Caged), do Ministério do Trabalho, este é o segmento privado que mais emprega na cidade e o que menos demite.
Também nesta semana, representantes de construtoras, engenheiros, arquitetos, comerciantes e prestadores de serviços estiveram com o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, para pedir definições mais claras a respeito da política de ocupação do solo no município.
“Este é um problema que preocupa a todos os setores da economia local e não apenas aos construtores”, assegura Vicenzo Morelli, diretor da Construtora Morelli.
Para os representantes da construção civil, a cidade tem que estar pronta, com políticas públicas bem definidas, para abrigar os investimentos que estão previstos para os próximos anos.
Roque Lemos, dono da Cicon Construtora, lembra que a movimentação intensa provocada pelo setor contribui também para o surgimento de novos cursos superiores no eixo Ilhéus-Itabuna. Na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) já funcionam os cursos de Engenharia Civil, Mecânica e Elétrica. Na Unime, em Itabuna, está em pleno funcionamento, e com uma grande procura, o curso de Arquitetura.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Email
Print
Uma resposta
Aqui em ilheus ,a coci tambem tá sem receber,,e niguem fala nada.
Uma resposta
Aqui em ilheus ,a coci tambem tá sem receber,,e niguem fala nada.