BLOG DO GUSMÃO

JORGE LUIZ AFIRMA QUE O GOVERNO DO PSOL NÃO TERIA COMPROMISSOS COM FINANCIADORES DE CAMPANHA

Jorge Luiz.
Jorge Luiz.

Na tarde da última quarta-feira (31 de Julho), o Blog do Gusmão entrevistou o ex-candidato a prefeito, Jorge Luiz, do PSOL. Nas eleições de 2012, Jorge Luiz recebeu mais de 20 mil votos do eleitorado ilheense.

A crise política que vive a cidade, desencadeada pela intransigência do prefeito Jabes Ribeiro foi discutida na entrevista. Jorge Luiz externou opiniões sobre o Movimento Reúne Ilhéus e sobre a greve dos servidores municipais, e também anunciou sua pré-candidatura a deputado estadual.

Também perguntamos como agiria o “prefeito Jorge Luiz” se tivesse vencido as eleições.

Leia a entrevista concedida ao comunicólogo Thiago Dias.

Blog do Gusmão – Como o senhor analisa o atual cenário político de Ilhéus, levando em consideração a greve geral dos servidores municipais e a mobilização promovida pelo Reúne Ilhéus?

Jorge Luiz – O cenário político de Ilhéus é resultado de todo um processo que vem há mais de 16 anos acontecendo na cidade, que é o descaso existente por parte de quem governou e governa a cidade.  Lembrando que todo esse cenário, toda essa conjuntura começou com o atual gestor. Quem não se lembra como o atual prefeito entregou ao então prefeito Valderico a cidade totalmente desestruturada? Parecia que tinha passado um tsunami por Ilhéus. Porque o descaso era total, o abandono, todos os serviços e políticas públicas sucateadas.

E aquilo que já era um caos, na cidade, foi se aprofundando cada vez mais. Sai Valderico Reis por improbidade administrativa, entra o seu vice, que também era totalmente desorientado política e administrativamente. Depois, alia-se ao PT que entra no governo  a partir de 2010. Aí de lá pra cá, a cidade se transformou nisso que está aí.

Qualquer cidade do mundo se torna ingovernável quando tem um gestor que não reúne coragem suficiente para romper com os vícios, romper com a velha política que corrompe e destrói a cidade. É o que está acontecendo em Ilhéus. Nada mudou. Ilhéus está com a mesma cara dos governos anteriores – como é que pode se esperar mudança? É só observar as nomeações, secretarias criadas para acomodar politicamente. Enfim, o atual gestor não tem coragem de romper com os acordos políticos que não interessam ao povo.

Jabes prefere fazer o enfrentamento com os servidores municipais, com quem produz as políticas públicas, trabalhando com a saúde, a educação, como se diz no popular: quem está lá ralando, para que a política aconteça dentro do município, principalmente nos seus espaços mais necessitados, nos bairros, enfim.

Essa é a situação que nós temos em Ilhéus. O governo ficar se lamentando, querendo “jogar pra torcida, pra plateia”… que “quer um pacto por Ilhéus”. Aí reúne algumas pessoas para tentar fazer esse pacto. Olha, o verdadeiro pacto que Ilhéus precisa é o povo se unir para lutar pelos seus direitos. O que o governo está chamando de pacto, eu particularmente chamo de querer que o povo renuncie ao direito de ter saúde, educação e transporte com preço acessível. O povo não está aceitando mais isso. É por isso que estamos vendo aí, em frente à Prefeitura, o movimento Reúne Ilhéus, a juventude se manifestando, querendo que haja uma redução no preço da passagem. É preciso reduzir o preço da passagem sem afetar as áreas das políticas públicas. Não adianta fazer discurso e dizer “olha, vou reduzir aqui o preço da passagem, mas vou ter que cortar em tais e tais políticas”. O preço da redução da passagem não pode ser pago pelo bolso do usuário. É o empresário, o dono da empresa, que precisa desacelerar a velocidade do seu enriquecimento! E não o povo pagar por isso!

É por isso que o PSOL se alia a todos esses movimentos que estão ocorrendo na cidade e os apoia. O Reúne Ilhéus  está fazendo a sua manifestação em frente à Prefeitura, exercendo legítimo direito de reivindicar. Se o Prefeito não está adentrando a Prefeitura para trabalhar é porque não quer. Não vai demorar e o povo vai pedir que ele seja demitido por abandono de serviço.

acho que já deu tempo suficiente para o Psol e a população terem uma visão do que é esse governo. Tanto é que a população está aí, se manifestando, reagindo.

BG – Muitas pessoas comentam que o Senhor tem estado calado, mantendo-se em silêncio sobre as questões que movimentam o cenário político atual. A que se deve esse silêncio?

Jorge Luiz – O PSOL não estava parado, a gente estava participando de muitas atividades de base, mantendo nossa rotina de atuação militante. Fazendo o processo de organização política do partido. Nós temos o quarto congresso nacional do PSol que vai acontecer esse ano, entre os dias 29 de novembro e primeiro de dezembro, esse congresso nacional é precedido dos congressos estaduais, das plenárias municipais. Para fazer um amplo debate sobre as questões políticas, definir nossas diretrizes e linhas políticas, principalmente, para o ano vindouro, 2014 – ano de eleição. Eu acho que seria precipitado se, logo nos meses de janeiro e fevereiro, a gente já estivesse opinando sobre o governo que assumiu. Muita gente poderia dizer assim: “vocês não esperaram nem o homem sentar na cadeira e já estão criticando”.  A gente, de forma cautelosa, esperou para ver qual era a direção desse governo. Observamos e seis meses passaram… acho que já deu tempo suficiente para o Psol e a população terem uma visão do que é esse governo. Tanto é que a população está aí, se manifestando, reagindo. É o momento em que o PSOL disse: “olha, não dá mais pra gente ficar tendo tolerância com isso, tá na hora da gente também se juntar à resistência que está aí, para exigir que esse governo cumpra o que ele prometeu ao povo de Ilhéus”. Ilhéus não pode mais ser vítima de enganações, Ilhéus precisa de um governo que atenda às necessidades do povo.

Nós sofremos uma série de calúnias que hoje a população reconhece e já começa a ver que tudo aquilo não passou de mentiras. Eles não tinham discurso para apresentar à população. O discurso de um era o mesmo do outro: “era  o governo Lula, o governo Wagner, que Dilma, num sei o quê”. Aquelas mentiras que a gente está vendo aí.

BG – No facebook, o publicitário Rildo Mota, do PT, escreveu que nas eleições de 2012, o PSOL se alinhou a Jabes “por baixo do pano”. Esse seria o motivo da falta de expressão do PSOL nesse cenário de crise política do governo municipal. O que o Senhor tem a dizer sobre isso?

Jorge Luiz – Domingo retrasado, eu estava em casa, assistindo o Fantástico, aí passou uma matéria sobre um deputado que era professor, digamos assim, de ações antiéticas na política. Eu não sei se o Rildo frequentou a mesma escola daquele deputado. Mas ele estava dando aula de como se fazer atos imorais, atos de baixaria na campanha, calúnias contra os adversários, uma série de coisas. E, na campanha, nós sofremos muito isso, principalmente, pela candidatura vinculada ao governo municipal. Nós sofremos uma série de calúnias que hoje a população reconhece e já começa a ver que tudo aquilo não passou de mentiras. Eles não tinham discurso para apresentar à população. O discurso de um era o mesmo do outro: “era  o governo Lula, o governo Wagner, que Dilma, num sei o quê”. Aquelas mentiras que a gente está vendo aí. Cadê os acessos aos ministérios, aos governos, à coisa toda? Cadê a presença disso aqui? E o discurso do candidato (Jabes) como o da candidata (Carmelita) era o mesmo.  Olha o resultado aí. A gente tem uma linha firme, de combate à corrupção, de fazer uma faxina ética na administração municipal. A gente batia duramente contra as duas candidaturas, colocava os dois no mesmo perfil. Eles não tinham outra forma, outra saída de enfrentamento à candidatura do PSol, a não ser inventar calúnias, mentir, enganar a população, fazer tudo aquilo que fizeram. É um jogo baixo, um jogo sujo e, acho que o Brasil inteiro viu, através da reportagem do Fantástico, como isso se dá na política, por aqueles que não têm princípios éticos, morais, para fazer uma disputa limpa, decente. E, se fazem isso na campanha, imagina numa Prefeitura, por aí você tira. 

O governo do PSOL conseguiria enxugar a máquina pública porque não está comprometido com alianças e financiamentos de campanha. Nosso governo poderia escancarar a administração pública, consolidar-se sobre a transparência, porque não teria o que esconder.

BG – O que está achando desse início de governo de Jabes? O que seria diferente na administração municipal se o senhor fosse o Prefeito de Ilhéus?

Jorge Luiz.
Jorge Luiz.

Jorge Luiz -Nosso olhar sobre essa gestão que já está aí há seis meses não é diferente do que pensa a população de Ilhéus. Recentemente, não sei se foi uma pesquisa oficial ou não, mas estava circulando na internet, nos blogs, uma rejeição imensa (mais de 80%) ao atual prefeito. Nosso olhar é o mesmo do povo: não há resposta nenhuma às necessidades do povo. O que foi prometido ficou apenas na promessa mesmo.

Nós teríamos liberdade suficiente para romper com os vícios que têm levado a cidade a essa situação. É só você olhar quais eram as pessoas que estavam no governo há 15 anos? Quais são as pessoas que continuam no governo ao longo desse tempo no governo municipal, levando a cidade a uma situação tão crítica? São as mesmas figurinhas de sempre, são cartas marcadas, aquelas figurinhas carimbadas, que afundam a política da cidade, a administração municipal, para uma situação de caos. A diferença seria essa: nós teríamos a liberdade de fazer um governo sério, comprometido com a cidade, comprometido com o povo. O governo do PSol teria a coragem de inverter a posição da Pirâmide – coisa que esse governo não tem. 

BG – O senhor será candidato a deputado estadual?

Jorge Luiz – Nós estamos recebendo muitos apelos populares para representar a nossa cidade e a região nesse pleito vindouro. Estamos colocando nosso nome à disposição, mas o PSOL ainda está nessa fase de organização, eu falei ainda há pouco sobre o congresso, toda discussão política. Mas, certamente, nós disputaremos as eleições de 2014, numa candidatura a deputado estadual. Porque a gente percebe que há uma reivindicação nesse sentido, principalmente, para aqueles que nos acompanharam no pleito do ano passado, reivindicam muito que a gente seja candidato a deputado estadual e nós atenderemos essa solicitação, colocando nosso nome à disposição. Nós estamos construindo esse debate interno, para sair fortalecido com a unidade partidária, para poder dialogar com a população, discutir o que o povo de Ilhéus quer e pensa da sua representação política. Não uma representação política subserviente ao governo, mas que seja uma representação política que promova o debate com a cabeça erguida para falar em nome do povo de Ilhéus e toda região.

BG – O prefeito alega que o gasto com o funcionalismo supera o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 54% das receitas próprias do município. O governo fala na demissão de 700 servidores. Como o PSOL agiria para resolver essa questão? Como contratar mais médicos e professores se a LRF proíbe o gasto com pessoal acima do previsto?

Jorge Luiz – É preciso enxugar a estrutura organizacional da Prefeitura, mas qual é o encaminhamento que o Prefeito está dando? Criação de secretarias, o que onera a folha, aumento dos salários dos comissionados. Você vê, por exemplo, a criação de superintendências com salários de quase 8 mil reais, cada uma. É isso que realmente onera. Mas, ele prefere o enfrentamento contra os servidores. Na saúde, a primeira atitude do governo foi demitir, produzindo a descontinuidade do serviço. 

O governo do PSOL conseguiria enxugar a máquina pública porque não está comprometido com alianças e financiamentos de campanha. Nosso governo poderia escancarar a administração pública, consolidar-se sobre a transparência, porque não teria o que esconder.

BG – O senhor concederia reajuste aos servidores?     

Todos os esforços seriam nesse sentido, para atender às necessidade reivindicadas pelos servidores.  São os servidores municipais que realizam as políticas públicas. Eles estão lá na ponta, onde acontece a política. É o agente de combate à dengue, o professor na sala de aula e as equipes médicas nas unidades de saúde. Um governo não pode desconsiderar seu povo, seus trabalhadores.

O prefeito insiste em ignorar o diálogo. Envia suas comissões sem poder de decisão e os sindicatos não querem debater com quem não pode decidir. O líder do governo municipal parece evitar o contato com o povo.

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Respostas de 16

  1. Ilheus perdeu de investir na mudança. Talvez a coisa não saisse 100% como o esperado, mas ao menos estariamos buscando dar um rumo diferente. Os ilheenses pecaram quando deixaram de ir às urnas se omitindo ou anulandos eu voto. Podíamos estar hj vivendo um recomeço…

  2. EXEMPLO DE PESSOA, DE PAI, DE FAMÍLIA DE CONDUTA ILIBADA E QUE JAMAIS CEDERIA A CONCHAVOS COM VAGABUNDOS E PESSOAS QUE NÃO TIVESSE COMPROMISSO COM A NOSSA CIDADE!!!
    NÓS DEMOS A POPULAÇÃO A OPORTUNIDADE DE MUDANÇAS, MAS MUDANÇAS COM RESPONSABILIDADES E SAIBA DE UMA COISA JORGE LUIZ, NÃO FOI DESTA VEZ MAIS, VAMOS MASSIFICAR O NOSSO COMPROMISSO E CONTINUAR LUTANDO PELO BEM DE NOSSA CIDADE.
    CONTE SEMPRE CONOSCO COMPANHEIRO E NÃO LIGUE PARA COMENTÁRIOS DE PESSOAS QUE NEM MESMO NOS CONHECE TÃO POUCO A NOSSA HISTÓRIA POLÍTICA.

  3. Este senhor representou o que o macaco Simão foi para os cariocas.
    Apenas voto de protesto.

  4. Este senhor realmente representou voto de protesto. E voto de protesto exatamente por conta disso: O POVO NÃO AGUENTA MAIS TANTA SAFADEZA. Este senhor ainda irá mostrar ao povo a cara da verdadeira mudança. O povo está acordando, aos poucos, mas está. Só quem tem o rabo preso é que se coloca contra este senhor. E isso é fato. VOTEI, CONSEGUI OUTROS TANTOS VOTOS E VOTAREI 500 VEZES MAIS. ESTE SENHOR É A VERDADEIRA MUDANÇA. UM DIA QUEM É CEGO VERÁ.

  5. Eleger um novo gestor como”Jorge Luiz” para a prefeitura de Ilhéus é a manifestação da crença do nosso povo em uma cidade com melhores condições de vida. Isto significa acreditar em uma nova era na política local, uma política feita para o povo, com ideais novos, voltada realmente para o bem estar de todos. Os eleitores precisam entender que em pleno século XXI não é mais admissível uma política arcaica, antiga, que não ouve as pessoas, que não respeita o cidadão, que não está presente onde o povo está.

  6. Q que o Jorge Luís disse nesta entrevista foi a mais pura realidade por que vem passando a cidade de Ilhéus. O atual Prefeito (sem jeito) traz para Ilhéus o velho, o politicamente incorreto. Traz os vícios de uma linguagem fraca e enganadora. No fim do governo de Antônio Olímpio (outro período de fracasso), vimos uma Ilhéus entregue às “baratas”. Jabes por duas vezes em 8 anos destruiu Ilhéus. Valderico chupou os ossos e foi “demitido” por pressão popular pois a Câmara de Vereadores como sempre nada fez e nada realiza. O Nilton “boneco” acabou de chafundar Ilhéus. Este está com as Prestações e Contas desaprovadas. Mais um período nefasto!. Agora volta Jabes. Depois de tantos desmandos pergunto: Cadê os vereadores desta cidade? Impeachement em Jabes já!

  7. Sendo direto no assunto minha motivação para escrever é apenas pela visivel falta de preparo do nosso governo municipal pra resolver os problemas que assolam nossa Ilheus.
    Não sou egoista de culpar apenas o prefeito atual e seus secretarios, mas parte da culpa tambem pertecem aos governos passados mas por sua vez herança tambem deixadas pelo Sr, Jabes que graças a politica de frango e peixe tende a ganhar votos de população carente financeiramente e de conhecimento politico.
    Bem, muito do que se passa nessa cidade tambem é de responsabilidade de secretarios, Essa uma atividade que todos conhecem na politica, são nomeado por seus prefeitos sem as vezes nem mesmo conhecer a as atividades referentes ao cargo.
    Jabes discursou no meu bairro que conhecia todos os problemas e porque não concluiu as operações para uma Ilheus melhor?
    Não vejo nenhuma melhoria, ao contrario, o povo esta tomando as ruas pois a situação piorou, educação, saneamento basico, Ilheus esta entrando no buraco.

  8. … A diferença é que mais alguns votinhos de “protesto” este senhor seria eleito e tomaria posse, o mesmo não aconteceria com o macaco TIÃO. Bendito seja os protestantes ou protesteiros consciente.

  9. Conheço seu Jorge desde a época do Conselho Municipal de Saúde. Participei de eventos promovidos por ele, como o Mobiliza SUS.
    É um excelente articulador, um homem sereno, porém seguro de suas palavras. Espero vê-lo candidato à deputado, e em 2016 a prefeito desta cidade.

  10. Assisti ao debate dos trê candidatos na faculdade de ilheus… confesso que ia votar em branco mas quando o debate começou eu vi uma carmelita, candidata do PT extramamente perdida no discurso sem ao menos saber se expressar direito. Vi também um jabes, totalmente eloquente com fala e ar de superioridade de um coronel e, um jorge que procurava responder todas as perguntas pela raiz dos problemas… em fim é um cara que merece essa chance, foi o candidato mais lúcido e coeso de todos. Cada povo tem o governo que merece!

  11. EU TENHO CERTEZA QUE FIZ A OPÇÃO CERTA! MAIS 39 MIL ELEITORES,QUE VIVEM ALIÉNADO PELO PEIXE,E O FRANGO,NÃO PENSARAM COMO EU ,QUE QUERIA VER A CIDADE SE DESENVOLVER COM TRANSPARÊNCIA.

  12. Transparência JÁ!!!
    O atual governo apagou a página transparencia que já era pífia. Como pode uma prefeitura como a de Ilhéus esconder suas contas e a população e políticos não reagem?
    Jorge deveria montar um governo paralelo e mostrar os dados para a população do que é feito e do que está deixando de fazer.

    Alguns dados.
    Receitas:

    ICMS
    ago/2012: 2.460.327,39
    ago/2013: 3.226.121,44
    aumento de 31,13%

    Fundo Participação
    ago/2012: 4.560.264,28
    ago/2013: 5.537.169,45
    aumento de 21,42%

    Em set/2013 o município de Ilhéus recebeu dinheiro extra do governo federal de auxílio financiro aos municípios. AFM – Lei nº 12.859 de 10 de Setembro de 2013, valor R$ 1.474.448,74

    Total das receitas excetuado convênios:
    ago/2012: 12.794.978,75
    ago/2013: 15.311.402,97

    set;2012: 12.577.662,86
    set/2013: 15.431.895,77

    Despesas:
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