
Na quarta-feira (18), em visita ao Ministério Público Estadual, integrantes do Reúne Ilhéus solicitaram informações sobre o andamento do processo administrativo 0010156353/2012. A ação foi iniciada em 2012, para averiguar as condições que regem o contrato de concessão firmado entre o município e as empresas que exploram o transporte coletivo de Ilhéus.
De acordo com o Reúne Ilhéus, no dia 6 de setembro de 2013, o CEAT (Centro de Apoio Técnico e Contábil do Ministério Público) emitiu parecer técnico -nº 103/2013 – em que são feitos questionamentos sobre a metodologia aplicada pelos gestores responsáveis, para computar o preço da passagem. O movimento ressalta o aspecto cronológico da auditoria do transporte coletivo que, para avaliar se houveram aumentos abusivos da tarifa, deve levar em conta “desde o ano de abertura do edital aos dias de hoje”. Do contrário, a avaliação não seria capaz de apresentar a legitimidade do valor cobrado atualmente.
Segundo o coletivo, a auditoria contratada pela prefeitura foi a forma encontrada pelo Poder Executivo para “dar sustentação jurídica ao valor atual [da tarifa] já saturado pelas possíveis irregularidades dos aumentos anteriores”.
Por fim, em seu site, o Reúne Ilhéus lembrou a desoneração fiscal que diminuiu os custos das empresas de transporte coletivo. A medida partiu do Governo Dilma, justamente, como uma resposta às manifestações por um transporte público dentro dos parâmetros da justiça social. Em decorrência desse subsídio, várias cidades brasileiras (como o exemplo próximo de Feira de Santana) puderam reduzir o preço da passagem de ônibus.
Com informações do Reúne Ilhéus.









Respostas de 2
TÁ NA HORA DA POLICIA ACABAR COM A BRINCADEIRINHA DESSES MENINOS DO PT.
Na certa foram tirar uma de santinhos junto ao promotor, ou seja, os donos da verdade. Eu só quero ver se essa terra não tem governo para deixar essa turma de estudantes que não estudam bagunçar a vida da cidade e do cidadão.