
Na última sexta-feira (27), em Ilhéus, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil, requerendo que o Judiciário determine prazo para o Ministro da Justiça decidir sobre o processo demarcatório Tupinambá.
O processo demarcatório está parado há mais de um ano e meio no Ministério da Justiça sem solução, o que contribui para o agravamento da violência no sul da Bahia, especialmente, em Buerarema.
Segundo os Procuradores da República Ovídio Augusto Amoedo Machado, Tiago Modesto Rabelo e Eduardo da Silva Villas-Bôas, autores da ação, a inércia do Ministério da Justiça prejudica ambas as partes envolvidas. Os produtores rurais não-índios ficam privados das indenizações devidas. Os índios, por sua vez, continuam sem o pronunciamento conclusivo sobre os limites das terras.
De acordo com o MPF, a situação é grave e necessita de resposta urgente, para evitar um confronto armado de grandes proporções.











Uma resposta
O governo como sempre está literalmente em cima do muro, esperando as coisas acontecerem e com certeza teremos uma carnificina na região.