BLOG DO GUSMÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA INICIA ATIVIDADES

Autoridades políticas participaram da aula inaugural. Foto: Manu Dias/GovBa.
Autoridades políticas participaram da aula inaugural. Foto: Manu Dias/GovBa.

Uma aula magna proferida na noite de segunda-feira (8) no Campus Jorge Amado, em Itabuna, reuniu o governador Jaques Wagner, o ministro da Educação, José Henrique Paim, e a comunidade acadêmica para a inauguração da Universidade Federal do Sul da Bahia. A instituição inicia oficialmente suas atividades com 800 alunos matriculados e a proposta de ser uma forte âncora na região sul da Bahia, voltada para a internacionalização e integração social.

Um dos principais defensores da expansão do ensino público superior na Bahia, o governador Jaques Wagner lembrou que nesta terça-feira estará em Barreiras, onde também participará da aula inaugural da Universidade Federal do Oeste da Bahia.

“Tenho a honra de, nos últimos 12 anos, ter participado da inauguração de cinco universidades federais na Bahia. É algo que chama a atenção”, disse o governador após lembrar que a região sul conta também com a Universidade Estadual de Santa Cruz.

Aproximadamente 95% dos alunos da nova universidade são da região sul e 85% concluíram o ensino médio em unidades públicas de ensino. De acordo com o reitor da UFSB, Naomar Almeida, a maioria das vagas de cursos de universidades interiorizadas é ocupada por acadêmicos de fora da região onde está localizada, o que não deve ocorrer com a Universidade Federal do Sul da Bahia.

Bacharelados e licenciaturas

“Criamos um modelo com uma rede de colégios universitários em municípios da região com mais de 20 mil habitantes. Os alunos podem assistir às aulas da universidade sem sair de onde moram e só vem para as três sedes – Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas para completar seus cursos”, explica o reitor.

Atualmente a universidade já contabiliza 800 matrículas nos bacharelados interdisciplinares (Artes, Ciências, Humanidades e Saúde) e nas licenciaturas interdisciplinares. Naomar disse que a meta é alcançar 900 matrículas e explicou que, nesta modalidade, “o aluno não entra direto no curso profissional. Entra na universidade e faz suas escolhas durante o percurso de formação, podendo mudar se quiser”.

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