
O odontólogo e ativista ambiental Ismail Abéde criou uma petição online contra a construção do complexo intermodal Porto Sul. Conforme o documento publicado no site da Avaaz, o projeto ameaça a sustentabilidade socioeconômica e a rica biodiversidade do litoral norte de Ilhéus.
Até as 16:20 dessa terça-feira, 28, a petição contava com 742 assinaturas. O documento pede a proibição imediata do projeto e será enviado para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IBAMA). A íntegra do texto segue abaixo. Clique aqui se quiser assiná-lo.
“Vimos por meio desta pedir que as autoridades revejam o projeto intermodal do complexo porto sul em Ilhéus – BA – Brasil e que proibam definitivamente a sua construção, pois os impactos sociais, econômicos e ambientais serão uma catástrofe para a região. Que seja modificado o local de exportação deste minério de ferro para o porto de Aratu , em Salvador – BA, pois já existe uma ferrovia que passa a 100 km de distância da mina de Caetité – BA e que vai direto para este porto, causando um impacto mínimo para todo o processo. Esta ferrovia deveria ser adequada ao transporte do minério, o que seria um trabalho, um custo e uma destruição infinitamente menor do que o projeto original sugere. PORTO SUL NÃO !
Precisamos defender a mata atlantica, que já foi severamente devastada e que ainda abriga a maior biodiversidade do planeta. O impacto ambiental causado pelo andamento deste projeto absurdo em uma area importante de proteção ambiental será algo sem precedentes. Um projeto totalmente absurdo desde a sua concepção e que será motivo além de destruição do meio ambiente, de muitos problemas sociais e econômicos para a região toda. Pessoas que serão atraídas para a região em busca de emprego e que não conseguirão. Ou que ficarão desempregadas após as obras e ficarão ao relento. Crianças sem pais pelas ruas. Aumento de criminalidade. Falta de moradia e saúde pública. Devastação severa da fauna e flora. Modificação na linha da costa por 10 km , causada pela erosão e deposição de sedimentos. Atividade altamente poluidora , pois o porto servirá para estocar minério de ferro ao ar livre para depois exportá-lo por navios. Problemas de saúde ligados ao ferro em suspensão, que poderá ser levado pelos ventos a 30 km de distância. Alto impacto na atividade pesqueira e agricultura. Habitações sendo inundadas pela erosão das praias. Perda de interesse turístico na região. Aumento da prostituição infantil. E muito mais….”









Respostas de 9
Seja bem vindo PORTO SUL ! Fora ONG! Fora estrangeiros! Crescer, desenvolver sustentavelmente, sabemos que somos capazes.
Ambientalismo Radical ameaça a saúde dos brasileiros,a fauna, flora, cultivos e cultura do País
Dr. Evaristo Eduardo de Miranda
Evaristo E. de Miranda, doutor em ecologia e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) publicou no “O Estado de S.Paulo” (24.01) e “photossintese” (25.01.2014) conciso mas profundo e esclarecedor artigo, como aliás costuma ser sua excelente caraterística.
Nele, põe a nu com sobrada ciência, o absurdos dos males que o ambientalismo dominante traz para o Brasil e até para a própria natureza.
Ele demonstra que a política ambientalista promovida por órgãos de governo, mídia, ONGs e até púlpitos:
1) atrai perigos perfeitamente identificados para a saúde dos brasileiros no campo e na cidade;
2) ameaça aos próprios animais nativos;
3) põe em risco cultivos e residências humanas;
4) em suma, sob pretexto de proteger o meio ambiente e a biodiversidade, na realidade atenta contra ele e cria uma autêntica bioadversidade, fonte de toda espécie de males para o País.
O artigo dispensa todo comentário e o reproduzimos aprazidos:
A febre maculosa espalhada
pelo carrapato-estrela é responsável
pela morte de dezenas de pessoas
Contra a bioadversidade
Nas áreas rurais, nas periferias urbanas e na produção agropecuária, os brasileiros enfrentam uma dura e cotidiana batalha contra a bioadversidade: pragas e doenças atacam humanos, animais, cultivos e o meio ambiente.
Sem ações efetivas de gestão e controle, populações de animais selvagens, nativos e exóticos, proliferam.
Exemplo conhecido é a proliferação das capivaras em espaços urbanos e áreas agrícolas.
Além da destruição na vegetação, elas disseminam a febre maculosa, por meio do carrapato-estrela, responsável pela morte de dezenas de pessoas. Isso interditou o acesso a espaços públicos em diversas cidades.
As placas advertem: “Capivaras. Afaste-se. Risco de febre maculosa”. Eliminá-las não é fácil e constitui crime ambiental inafiançável. As prefeituras estão de mãos atadas.
Problema análogo ocorre com a proliferação de micos, saguis e até do macaco-prego, capazes de devorar ovos e filhotes, mesmo nos ninhos mais escondidos.
Eles causam o declínio e a extinção local de populações de aves, além de invadirem residências e destruírem a vegetação.
Capivaras trazem carrapato da febre maculosa,
mas eliminá-las é crime ambiental inafiançável
Como as pombas, os “ratos do céu”, as maritacas adaptaram-se às cidades, não cessam sua expansão e causam diversos danos, até às instalações elétricas.
Com a pomba-amargosa e outras pragas aladas, as maritacas chegam a impossibilitar o cultivo de girassol, sorgo e outras plantas, causam danos à fruticultura e atacam os grãos no transporte, como o amendoim.
Dois graves problemas faunísticos vieram da Argentina e do Uruguai: a lebre e o javali.
A superpopulação da lebre europeia virou caso de segurança aeroviária.
O grande número desses animais ágeis e de hábito noturno preocupa a operação de aeroportos.
Sua reprodução crescente e rápida torna inviável a produção de hortaliças. Elasdestroem plantações de maracujá, laranjais e cafezais em formação. Não há cerca ou tela capaz de contê-las.
Javalis em MS: costumam atacar em bandos
as plantações de milho deixando rastro de destruição.
Foto Paulo Ribas-Correio do Estado.
Protecionismo ambientalista permitiu expansão descontrolada
desta espécie que não existia no Brasil.
Um dos maiores prejudicados é o coelho nativo. O tapitie seus filhotes são mortos pela lebre, que invade e ocupa suas tocas.
Já o javali segue em expansão e ataca as mais diversas lavouras e ambientes naturais.
Não há defesa contra esse animal agressivo que chega a 200 quilos, atua em bandos e invade até mesmo criações de suínos em busca de fêmeas.
Em áreas protegidas, o javali ocupa o hábitat e concorre com a queixada e o cateto. MAIS SOBRE O JAVALI
Sem manejo adequado, a recuperação das áreas de preservação permanente e de reserva legal, determinada pelo novo Código Florestal, criará corredores e novos espaços para ampliar ainda mais essas pragas e as doenças transmitidas.
Seu contato com a fauna selvagem e doméstica ampliará a proliferação de várias doenças, como febre amarela, aftosa, lepra, raiva, leishmaniose, etc.
Sem gestão territorial e ambiental, a introdução e a aproximação desses animais de áreas rurais e urbanas tornará inviável a eliminação de diversas doenças e trará novas – e difíceis – realidades ao combate às zoonoses.
A bioadversidade dos invertebrados resulta em parte da biodiversidade de mosquitos, pernilongos, carapanãs, borrachudos e assimilados.
A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti,
ultrapassou 1,5 milhão de casos em 2013,
três vezes mais do que em 2012!
Código Florestal cria grandes espaços para sua multiplicação!
A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti,ultrapassou 1,5 milhão de casos em 2013, três vezes mais do que em 2012!
Um recorde como nunca antes se viu na História deste país. Foram 500 mortes registradas. E prosseguem crônicas a febre amarela, a malária, a oncocercose, etc.
A bioadversidade provocada por vermes e assimilados também vai bem. Esquistossomose, Chagas, toxoplasmose, amebíases, lombrigas e giardíases proliferam.
A falta de saneamento e de água tratada afeta criticamente tanto populações amazônicas ao longo de grandes rios como a periferia de cidades e áreas rurais.
Mais de 88% das mortes por diarreia se devem à falta de saneamento e 84% dessas mortes atingem as crianças. As infecções são contraídas pela ingestão de água ou alimentos contaminados.
Apesar dos progressos (entre 2010 e 2011 houve um aumento de 1,4 milhão de ramais de água e 1,3 milhão na rede de esgotos), não se coleta nem metade do esgoto. E, do coletado, apenas 38% recebe algum tratamento.
As inundações de verão, além de deslizamentos, trazem a leptospirose e o perigo do tifo e do tétano.
Morcego hematófago Desmodus rotundus rotundus, no Brasil:
Amazonas, Pará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo,
Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Áreas de Proteção, as AP do Código Florestal, liberam aumento desta
e outras espécies danosas para o homem
Osexércitos de carrapatos, percevejos, moscas, mutucas, baratas, escorpiões, aranhas, morcegos hematófagos e transmissores da raiva, caramujos gigantes, serpentes peçonhentas e outras ameaças sempre recebem reforços externos.
A recém-chegada lagarta Helicoverpa armigera já trouxe prejuízos de bilhões à agricultura brasileira!
Isso não se resolve apenas com reflexões metafísicas. É preciso agir.
Explicações simplistas de que o desmatamento ou o “desequilíbrio ecológico” levam esses animais a se refugiar em cidades não servem nem como piada.
No mundo inteiro existem gestão e manejo ambiental, como abate direcionado de animais e uso preventivo do fogo, por exemplo, até em unidades de conservação.
No Brasil não se pode fazer manejo e gestão ambiental nem sequer em áreas agrícolas. Capacitar técnicos para o manejo seria indução ao crime.
A lagarta Helicoverpa armigera já trouxe
prejuízos de bilhões à agricultura brasileira!
Mitos abastratos ambientalistas impedem combate com fogo
A política resume-se a aplicar redomas legais de proteção sobre territórios e espécies, mesmo se invasoras ou em superpopulação.
Não existem ações efetivas de controle dessas populações.
A situação sanitária atual e futura precisa ser objeto de uma atenção mais racional e preventiva.
Como enfrentar essa bioadversidade quando qualquer tipo de caça é crime e a posse de armas, mesmo em áreas rurais isoladas, é quase impossível?
Maior que o desafio de preservar a natureza é o de geri-la e controlar suas populações animais.
Enfrentar a bioadversidade exige, além de financiamento, um cabedal deciência, inovação e competência, algo raro, quase em extinção, no campo ambiental
Os ambientalistas não querem estradas, mas não combatem a miséria, que é o pior desequilíbrio ecológico; não querem hidrelétricas, mas nada fazem para minimizar o desemprego, que é a porta aberta para a prostituição, a degradação humana; combatem a espansão da fronteira agrícola, mas não se importam com a fome da população. Enfim, esses paladinos da natureza não estão nem aí para a população carente, sofrida, analfabeta, faminta, que é o maior desequilíbrio ecológico do planeta.
De que adianta ter florestas exuberantes, com a população passando fome? De que vale um país no escuro e sem estradas para levar o progresso às regiões mais distantes?
moreyra disse:
21 de outubro de 2014 às 12:00
Por que não há ONG estrangeiras no Nordeste seco?
21/outrubro/2014 . 12:10|
Por que não há ONG estrangeiras no Nordeste seco? Você consegue entender isso?
Vítimas da seca! Quantos? 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONG estrangeiras ajudando: Nenhuma!
Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos.
Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Adestramento de ambientalista criado em cativeiro.
Acabei de chegar de uma festinha neo-ritualística inpaica, onde comi bolo de maconha, fumei grão-de-bico e enchi a cara de leite de soja. Nesse estado de transe e plenitude, parecendo o estado neo-daimista, me veio à cabeça a idéia. Para quê estaria vindo para a Amazônia essa enxurrada de ambientalistas criados em cativeiro com suas meias verdades formadas nos cafundós das escolas piracicabanas. Claro que parte veio de Piracicaba mesmo.
Como neo-idiota que sou, me veio à idéia neo-paranóica de um grande complô gringo, formando estúpidos piracicabanos neo-ambientalistas para neo-preservar a Amazônia para eles (os gringos, claro) chegarem depois e dar um craw. Lembrando que todos são discípulos inocentes do grande muso neo-amazônida e teórico do “A Antártida é aqui”, portanto somos pingüins, Philipio Franchise ou coisa que o valha. Eu, se fosse o Clodovil Hernandez deles mudaria o uniforme bermuda caqui neo-texana caipira e suas camisetas neo-hippies com frases e cores clichês e suas mochilas levando laptop estilo “mamãe o ladrão levou, paga outro”.
Regurgitando entre uma visita e outra ao vaso sanitário, ficou nítido na minha mente embaçada de fumaça de grão-de-bico que existe uma orquestração para tomar das mãos dos macacos, capivaras, botos, antas, etc, verdadeiros donos da Amazônia e vítimas dos índios e depois dos europeus, africanos e asiáticos que se locupletam aqui.
Saiu no New York Times uma matéria intitulada “Quem é o verdadeiro dono da Amazônia”, matéria provocada porque o governo federal vai instituir uma lei regulamentando a entrada de “pesquisadores” no território livre que está virando a Amazônia. Não pode perturbar o “trabalho” dessas criaturas pagas por grana excusa. Realmente o jornal está certo, essa porra está sem dono. Os índios sacanearam as capivaras, os brancos europeus portugueses sacanearam os índios, agora os americanos vão sacanear todo mundo.
Neo-Nazistas Ambientalistas, Neo-Hippies Ambientalistas Fundamentalistas comedores de grão-de-bico, Estúpidos Metidos a Cronista uni-vos, pois embora paranoicamente isto parece ser o que é, tem dia que de noite é foda. Essa porra não é de índio, não de branco, não é de ambientalista fundamentalista e nem das capivaras. Ela é dela. E não é a Antártida e nós não somos pingüins.
Mas a pergunta está posta, de quem é a Amazônia?
Por que não há ONG estrangeiras no Nordeste seco?
21/outrubro/2014 . 12:10|
Por que não há ONG estrangeiras no Nordeste seco? Você consegue entender isso?
Vítimas da seca! Quantos? 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONG estrangeiras ajudando: Nenhuma!
Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos.
Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
BOM DIA GUSMÃO, TODA VEZ QUE COLOCAR ESSE TEMA AQUI EU VOU FALAR,PORQUE NÃO É POCIVEL QUE AINDA TENHA GENTE QUERENDO ACABAR COM UMA COISA DESSA,VAMOS ACABAR COM A FOME COM O DESEMPREGO A FALTA DE OPORTUNIDADE PARA OS NOSSOS FILHOS, E TEM OUTRA COISA!NÃO GOSTO DO PT PSD PP PARTIDO ALGUM GOSTO SIM DA MINHA TERRA QUE É ILHÉUS O NOSSO POVO QUE ESTÁ SEM TRABALHO INDO EM BORA PARA OUTRAS CIDADES POQUE AQUI NÃO TEM TRABALHO AS OUTRAS CIDADADE CRECENDO E A NASSA DIMINUIDO COMO ITABUNA QUE ERA DE ILHÉUS AGORA JÁ SE ACHA CAPITAL NÃO SEI DE ONDE MAIS SE ACHA, BOM DIA Y QUE DIÓS TE BENDIGA HOY Y SIEMPRE,VOU CONTINUA COPIANDO E COLANDO MEUS COMENTÁRIOS TODA VEZ,VOCE SO COLOCA PRA VOTAR CONTRA E CADE PARA VOTAR AFAVO,KKKKKKK PARE COM ISSO IRMÃO.
Outro dia postei um comentário, recebi várias críticas, falando que sou eleitora do PT e um monte de besteiras, na verdade não sou, aliás nunca fui e nunca serei, como disse anteriormente, o que gostaria é que nossa cidade não fosse viver de programas assistencialistas pro resto da vida, que os jovens tivessem oportunidades de emprego, que a cidade, já que nunca será um polo turístico apesar de tantas belezas naturais que tem, se transforme então em grande polo logístico!
Sou a favor do Porto e de todas as outras obras que trouxerem vida pra nossa cidade!! E fora daqui com esses ambientalistas, que cada um volte pro seu lugar, vão procurar o que fazer!!
Aquecimento global é uma grande mentira, diz doutor em Climatologia da USP
SÃO PAULO – Ricardo Augusto Felício, especialista em clima, crava também que tudo não passa de uma “balela” criada para fins políticos e econômicos
Marcel Andrade Paulo
Dr. Ricardo Augusto Felício, climatologista da USP, segue a corrente de cientistas que não acreditam na hipótese do aquecimento global
Dr. Ricardo Augusto Felício, climatologista da USP, segue a corrente de cientistas que não acreditam na hipótese do aquecimento global
Foto: Divulgação
Há pelo menos três décadas o tema sustentabilidade tomou conta da agenda internacional. Governos do mundo inteiro se dizem preocupados e montam estratégias de “como conservar o planeta”. Os possíveis malefícios que o chamado aquecimento global pode causar à humanidade nos são ensinados desde a época da escola, quase que na mesma proporção das quatro operações básicas da matemática e da concordância.
O efeito estufa e os buracos na camada de ozônio entraram na nossa casa por meio dos veículos de comunicação, que tomaram a pauta para si e veiculam as catástrofes anunciadas por cientistas.
Ser sustentável se tornou cool. Cuidar da natureza para mantê-la próspera e exuberante para as próximas gerações, uma obrigatoriedade. E se a esta altura viesse alguém com gabarito, teses científicas, e muitos argumentos embasados e convincentes dizer que tudo isso não basta de balela, impossível, e que por trás de todo este cataclisma criado, há muito mais poder político econômico, do que de fato algo que realmente está existindo?
Pois bem. Este alguém existe. E não é um único alguém. Há no mundo centenas de cientistas que tentam expor suas teses de que o aquecimento global não passa de uma farsa inventada.
No Brasil, um dos maiores expoentes desta corrente chama-se Ricardo Augusto Felício, doutor em Climatologia pela Universidade de São Paulo (USP), que junto com sua equipe do Departamento de Geografia tenta ecoar sua voz para mostrar que entramos numa rota equivocada, e que o debate precisa ser ampliado, para tratar deste assunto do modo como ele merece.
“A história do aquecimento global é baseada em um conceito físico que não existe, e não se consegue fazer evidência desta existência. É uma grande balela. Os cientistas perguntam onde estão as provas desta existência, e o lado de lá [cientistas e ambientalistas que acreditam] há 26 anos não nos apresentam”, crava o especialista. “A força que eles conseguiram para manter esta ideia vem do caos ambiental. O aquecimento global se tornou o mal para todos os problemas da sociedade, e isso é ridículo”, afirma.
Efeito estufa e camada de ozônio
Os ambientalistas sustentam a tese de que o aquecimento global seria oriundo da re-emissão causada por gases ditos de “efeito estufa”, graças a sua elevação de concentração na atmosfera, por exemplo, do dióxido de carbono (CO2).
“O grande absurdo de tudo isso é achar que um elemento só controla tudo, dizendo que o CO2 ou qualquer outro gás causaria o efeito estufa. Este reducionismo é ridículo, é chamar todos os cientistas da história de idiotas.Primeiro, porque, quem controla (o clima da Terra é o Sol, e depois são os oceanos, que são 3/4 do planeta”, explica o climatologista
“O CO2 não tem nenhuma contribuição específica, sua taxa na atmosfera equivale a apenas 0,035%, no máximo, e a própria elevação deste gás é suspeita, se comparar medições de satélites com as de superfície, não batem. Não dá para acreditar nisso, primeiro por conta das medidas, segundo porque a hipótese é furada”, continua o climatologista. “A história deles é que estas moléculas fariam um jogo de ping-pong com a radiação infravermelha e voltariam para a Terra. Isso não dá para acreditar, porque primeiro se ela absorvesse a energia ela trabalharia em um processo isotrópico e deveria ir para todos os lados, e não como uma raquete que bate e volta para o planeta. O efeito estufa é uma teoria física que não existe, por conta de que nosso planeta tem esta temperatura, pois a atmosfera recebe a energia do Sol”,
Outro argumento para sustentar a teoria do aquecimento global, questionado pelo climatologista, refere-se ao derretimento do gelo nos oceanos, que estariam elevando o nível do mar.
“Para se ter uma ideia existem 160 mil geleiras no planeta, mas no máximo 50 são mapeadas. Vivemos no período interglacial, e nesta época, é da natureza dos gelos se derreterem, isso é geológico. O derretimento é resultado da devolução de água para o sistema hidrológico. Depois o processo se inverte, e a água é depositada nas geleiras em forma de neve. Isso é um ciclo natural muito estudado na natureza”, afirma. “E a geleira que hoje derrete está dentro do oceano, ou seja, é água dentro de água, não altera nada, por isso, não eleva o nível do mar. Ele tem seus ciclos e variações, que aumentam um pouco, o que é normal”, sustenta.
Interesses por trás
Felício também discorre que para manter este tema quente, indústrias, governos, mídia, e uma sociedade leiga neste assunto e com medo, dão combustível para que a cada dia o aquecimento global continue amedrontando o mundo inteiro. Ele ainda afirma que a grande maioria dos cientistas que atuam neste sentido é profissional que trabalhou durante a Guerra Fria (1945-1989), e com a queda do Muro de Berlim, ficaria desempregado. “Mudaram o tema da guerra termoglobal para aquecimento global”, coloca. “Estes cientistas gostam de simulações, as mesmas que faziam em casos de bombas, hoje fazem-se em criar possíveis catástrofes”, diz..
Além, claro, ainda de acordo com a sua visão, haver muito interesse econômico para sustentar a cocorrente “aquecimentista”.
“Vejamos o caso das patentes. A atual, (H)CFC (Hidroclorofluorcarboneto), irá vencer em breve. Ou seja, precisarão de uma nova, e nossos equipamentos que possuem este gás precisarão ser renovados, assim como parques industriais inteiros, já que criaram a história de que ele prejudica a camada de ozônio. Isso gera muito dinheiro, alguém está ganhando muito com isso. Não é bom acabar”, afirma. “Desculpe dizer, mas a mídia tem boa parte da culpa, porque segue esta agenda internacional”, continua. “Se prestar atenção o discurso ambientalista é favorável ao governo, pois assim sustenta mais impostos, age no cerceamento dos direitos civis, inclusive não faz obrigações ambientais, com a desculpa do aquecimento”, critica.
Rio + 20
No mês que vem a cidade do Rio de Janeiro irá sediar um dos eventos mais aguardados no mundo, o Rio + 20, que irá reunir governos do mundo inteiro para debater a questão ambiental e sustentável. Não é difícil imaginar que o mestre em climatologia é amplamente desfavorável a encontros deste tipo, e mais, sarcástico e irônico ao falar dele.
“A ‘casa está caindo’ lá na Europa, não precisa muito para eles começarem a se pegar. Precisa gerar lucro em algum lugar. Onde fazer isso? Na América Latina, suas antigas colônias. Em 1492 chegaram aqui com espelhos dizendo que os índios precisavam daquilo para sobreviver. Em 1992 a mesma coisa –, neste ano houve a Eco 92, também no Rio; Agora, eles veem aqui, um país subdesenvolvido, isso é dado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que aponta que haja 40 milhões de brasileiros vivendo sem as necessidades básicas, como saneamento e comida na mesa, e dizem que precisamos nos preocupar com sustentabilidade. Me poupe. Não tem que se preocupar”, afirma o especialista.
Este artigo é uma homenagem ao cientista brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion (cujo curriculum segue abaixo), que não se deixa levar pelas teses do terrorismo climático difundidas pelo ambientalismo radical, cuja maior ênfase é dada ao aquecimenmto global. Não quero dizer com isso que não esteja acontecendo um aquecimento do planeta. Como Molion afirma, isso é cíclico, ou não, pois depende de inúmeros fatores e não, exclusivamente, das emissões de CO2 antropogênicas (produzidas pelo homem). O eventual aquecimento global, no entanto, está sendo utilizado como pretexto para se tentar inibir o desenvolvimento sócio-econômico dos países mormente do Terceiro Mundo, com afirmações catastrofistas sem nenhum fundamento científico, numa atitude – como Molion diz (e muitos outros autores) – «neocolonialista», coisa de fundo geopolítico e malthusiano. Parabéns, Molion! Em seguida, apresento duas matérias, a primeira, apresentada no site forumdaliberdade.com.br, com o curriculum de Molion; a segunda, com alguns comentários do cientista sobre a farsa do aquecimento global, mostrada no site pt.novopress.info (Ecologia & Ambiente de 01/10/2007). Os subtítulos foram acrescentados por mim para facilitar a leitura.
Quem é Molion
Quem é Luiz Carlos Baldicero Molion Luiz Carlos Baldicero Molion é bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia – e Proteção Ambiental, como campo secundário – pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos. Concluiu seu pós-doutorado no Instituto de Hidrologia, em Wallingford, Inglaterra, em 1982, na área de Hidrologia de Florestas. É associado do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados de Berlim), Alemanha, onde trabalhou como pesquisador visitante de 1989 a 1990.
Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais e congressos, em particular sobre impactos do desmatamento da Amazônia no clima; climatologia e hidrologia da Amazônia; causas e previsibilidade das secas do Nordeste; mudanças climáticas globais e regionais; camada de ozônio e fontes de energias renováveis. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia. Aposentou-se do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), onde foi diretor de Ciências Espaciais e Atmosféricas, como Pesquisador Titular III. Entre 1990 e 1992, foi presidente da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido (UNITROP), Governo do Estado do Amazonas, em Manaus, onde desenvolveu pesquisas sobre desenvolvimento sustentado, em particular o biodiesel, combustivel renovável feito de óleos de palmáceas nativas.
Trabalho atual
Atualmente, encontra-se na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, como professor associado e diretor de seu Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT). Também desenvolve pesquisas nas áreas de dinâmica de clima, desenvolvimento regional, energias renováveis e dessalinização de água. É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/OMM), como representante da América do Sul. Entre suas áreas de conhecimento e interesse, destaca a variabilidade e mudanças climáticas, particularmente os climas da Amazônia e Nordeste, os impactos de mudanças climáticas no desenvolvimento e proteção ambiental. No que diz respeito a recursos hídricos: água no sistema solo-planta-atmosfera, evaporação e evapotranspiração, mudanças climáticas e água. Tratando-se de desenvolvimento sustentado e energias renováveis (eólica, solar e aproveitamento de resíduos vegetais): óleos vegetais e biodiesel como combustiveis renováveis, métodos e equipamentos para tratamento e dessalinização de águas salobras, do mar e servidas.
Este trecho do post foi publicado no site http://www.forumdaliberdade.com.br.
Uma verdade inconveniente: dúvidas quanto ao aquecimento global
Luiz Carlos Molion, brasileiro doutorado em metereologia, 61 anos, formado na Inglaterra e nos EUA, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, representante do Brasil na Organização Meteorológica Mundial exprime-se:
«O Grupo intergovernamental sobre a evolução do clima (GIEC) afirma que as concentrações de CO2 atingidas em 2005, de 339 ppm (partes por milhão), são as maiores dos últimos 650 000 anos. É ridículo. (…)
Ao longo dos últimos 150 anos, já atingimos 550 ppm e até 600 ppm. (…)
Estarão a recuperar medos antigos? Tenho imagens de uma manchete do Time anunciando, em 1945: «O mundo está a derreter». Depois, em 1947, os títulos anunciavam o regresso de um período de glaciação. Hoje em dia, fala-se de novo de aquecimento. Não quero dizer que os eventos sejam cíclicos, a verdade é que os fatores que afectam a metereologia terrestre são muito numerosos. (…)
Trata-se de uma atitude neocolonialista: o domínio exerce-se através da tecnologia, da economia, e hoje em dia, também através de um terrorismo climático representado por essa ideia de aquecimento global. (…)
Atualmente existem muitos fundos à disposição dos especialistas que defendem a tese do aquecimento do planeta. Esses fundos provêem de governos que cobram impostos a sectores industriais que são partes interessadas neste negócio. São muitos os cientistas que se vendem para ver os seus projectos aprovados».