
Dívidas com a Justiça Eleitoral podem atrapalhar a participação da professora Carmelita na corrida para o Palácio Paranaguá. Como resultado da campanha de 2012, a presidenta do PT em Ilhéus acumulou aproximadamente duzentos mil reais em multas do Tribunal Regional Eleitoral.
Carmelita não prestou contas de alguns gastos e cometeu erros na publicidade da campanha. Tudo isso resultou em punições, porque a assessoria jurídica do então candidato Jabes Ribeiro (PP) foi duríssima com a petista.
As dívidas podem impedir o registro da candidatura. Para ser candidata em 2016, Carmelita precisa quitar suas pendências com a Justiça Eleitoral.
Além disso, Carmelita e o PT acumularam dívidas de campanha que somam, no mínimo, cem mil reais. Parte desse passivo tem sido amortizada pela professora e Ednei Mendonça, seu marido, que pagam mensalidades de aproximadamente mil reais.
O fim do financiamento empresarial também pesa contra as pretensões do PT em Ilhéus. Com as doações restritas a pessoas físicas e limitadas a até 10% da renda anual do doador, os partidos enfrentarão maiores dificuldades para captar recursos. Para completar, a Lava Jato abalou o poder econômico dos empreiteiros, grandes financiadores eleitorais. Tudo isso dificultará a captação do dinheiro que move a máquina eleitoral.
Atualizado às 18h49min.
O advogado Fernando Hughes esclareceu que o simples parcelamento da dívida é suficiente para garantir o registro da candidatura – confira aqui.









Uma resposta
Caro Amigo.
A alíena “a”, inciso I do art. 5º da Lei 13.165/2015 (Reforma Politica) define que o gasto total de recursos para serem utilizados na campanha de Prefeito deverá ser de no máximo R$ 374.804,80, ou seja, 70% do maior gasto declarado na última eleição que foi do candidato do PP, Jabes Ribeiro, afora isso outras coisas também de relevância a nova norma trouxe como por exemplo: a proibição de carros de sons, envelopamento total de veículos, dentre outras.