
O governo Jabes Ribeiro respondeu ontem (6) a crítica do fotógrafo e escritor José Nazal que chamou de “descuido histórico” o fato da administração municipal não ter realizado nenhum ato em homenagem ao centenário do prédio do antigo Colégio General Osório, atual biblioteca do município.
O prédio foi inaugurado em 31 de dezembro de 1915 para acolher a primeira escola municipal de Ilhéus. Segundo Nazal, não faz sentido comemorar uma data tão significativa em outro dia. Leia a resposta do governo.
Secretaria de Cultura de Ilhéus
Nota de Esclarecimento
Considerando a nota publicada no Blog do Gusmão, na data de 5 de janeiro de 2013, sob o título “Centenário do General Osório passou em branco”, que aborda a “falta de comemoração pelo aniversário de cem anos do prédio onde hoje funciona a Biblioteca Municipal Adonias Filho, a Secretaria de Cultura do Município de Ilhéus vem esclarecer que:
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A programação elaborada para a comemoração do Centenário do prédio que atualmente abriga a Biblioteca Municipal Adonias Filho foi planejada para o mês de janeiro, devido aos festejos natalinos realizados em dezembro e do ponto facultativo decretado pela Prefeitura de Ilhéus no último dia 31 – data da efeméride coincide com a do réveillon -, que tornaram inviável a realização de uma cerimônia para homenagear a construção centenária.
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Neste mês de janeiro, para comemorar os 100 anos do prédio histórico, serão realizadas diversas atividades na Biblioteca, cuja programação gratuita inclui exposição, a retomada do projeto Biblioteca Itinerante e exibição gratuita do documentário “Grupo Escolar General Osório: uma história que precisa ser preservada”, da jornalista Tarsila Alvarindo, que possui entrevistas com personalidades ilheenses, como o atual prefeito Jabes Ribeiro, o Barão de Popof e o memorialista José Nazal.
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A Secult não considera um “descuido histórico” a prorrogação da comemoração pelo centenário do Prédio General Osório, que foi totalmente recuperado pela atual administração municipal, com recursos próprios, e reinaugurada por ocasião dos festejos do Aniversário da Cidade, no dia 28 de Junho de 2015, a partir de quando a Biblioteca Pública Adonias Filho foi devolvida para uso da comunidade ilheense, oportunidade em que o referido centenário já estava sendo reverenciado.
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“Descuido histórico” certamente foi o estado total de abandono a que foi relegado o centenário prédio, pelas gestões municipais anteriores, que favoreceu a depredação e o mau uso por vândalos.
Por fim, ressaltamos, ainda, que desde a reinauguração do espaço, no último dia 28 de junho, a Secretaria de Cultura tem desenvolvido diversas atividades gratuitas na Biblioteca Pública, o que tem atraído grande público e o apoio da comunidade e instituições governamentais, que, nesse período, já enriqueceram novamente o acervo da Biblioteca, com a doação de cerca de 15 mil livros, o que confirma a utilização deste espaço para a valorização cultural do povo ilheense.
Ilhéus, 06.01.16









Respostas de 3
JABES TEM RAZÃO EM DIZER DO TOTAL DESCUIDO DAS GESTÕES ANTERIORES, POIS ELE TAMBEM PARTICIPA DESTE DESCUIDO TOTAL, POR QUANTOS ANOS ELE FOI PREFEITO DE ILHÉUS MESMO ?
O comentário de José demonstra total desinformação. Foi o prefeito Jabes
que reformou o prédio histórico e transformou na Biblioteca Pública que
foi abandonada pelo governo de Newton Lima cujo secretário de Governo
era o “historiador” José Nazal.
Quantas vezes o nosso Jabes foi prefeito? Entre as administrações anteriores que nada fizeram ele também se inclui?
Tem que ter gente acompanhando e comprovando tudo. O que o nosso amigo José Nazal reclamou talvez tenha sido o fato que na data adequada nada se falou a respeito do Prédio.