O governo Jabes Ribeiro admitiu que recebeu com surpresa a notícia de que a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) exige a demolição das cabanas de praia do litoral de Ilhéus. Na última quarta-feira (2), ao notificar os proprietários dos estabelecimentos, o órgão federal deu prazo de trinta dias para que desocupem as áreas de uso comum do povo. A medida também requer a destruição de construções consideradas irregulares.
Em nota divulgada na sexta-feira (4), a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo da Prefeitura de Ilhéus explicou o motivo da “surpresa”. Segundo o secretário Antonio Vieira, o governo dialoga com a SPU desde o início do ano. “Nós discutimos as normas de como ficaria a regularização ou não das cabanas, as retiradas que seriam necessárias; como seriam as normas de adequação, locais onde poderiam ser instaladas as cabanas, claro, respeitando a questão ambiental e toda uma série de critérios que seriam implantados”.
Por outro lado, a mudança no comando do governo federal também resultou em trocas na direção da SPU. Antonio Vieira manteve contato com o novo coordenador do órgão, Abelardo Filho, com o objetivo de reavaliar entendimentos construídos “com a gestão passada, com outros técnicos que hoje já não estão mais no órgão federal”.
Ainda de acordo com o secretário, o governo Jabes Ribeiro entende “a necessidade de medidas na área, porém, não desta forma mais drástica”.
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Uma resposta
A SPU deveria se preocupar com o patrimônio público que está sendo degradado no país como prédios escolares, postos de saúde, hospitais, prédios de uso de repartições públicas, onde são gastos milhões de reais para suas manutenções superfaturadas e direcionadas para empresas apadrinhadas de cada setor.
As barracas de praia fazem parte do visual turístico de diversas cidades praianas do Brasil. Só tenho uma pergunta a fazer: Porque insiste a SPU em retirar as barracas de praia das orlas do País e continuam mantendo os grandes prédios, mansões e hotéis situados na mesma área de patrimônio público da união e de uso comum, que provavelmente jogam seus dejetos e esgotos diretamente no mar e sem nenhum tratamento?
Ex.: Alguns hotéis e todas as mansões da orla da Barra e da Vitória em Salvador. Porque não manda, a SPU, demolir também as grandes mansões na orla da ilha de Itaparica, cujo algumas se desfrutam até de “prais particulares”? É lamentável o argumento de que as barracas ocupam uma área de uso comum e que causam impacto ambiental. Porquê não é dada uma tarefa ambiental a esses barraqueiros, que podem até causar um impacto ambiental visual, mas que é restritamente localizado, devendo este ser fiscalizado pelos municípios, conforme resoluções do próprio CONAMA.
Quero deixar minha indignação, pois vejo grandes impactos ambientais e degradações do patrimônio público, que afetam significativamente o meio ambiente e o bolso dos cidadãos, passarem desapercebidos por estes órgãos. Estes, que tomaram como questão de honra, a destruição de um local de lazer histórico dos praieiros.
Acabou ou querem acabar com os nossos encontros semanais das barracas de praia. Provavelmente quem está a perseguição delas, deve ser um revoltado que na infância, seus pais não o podiam levá-lo às barracas de praia e agora resolveu se vingar, eliminando-as, eu não pude, ninguém mais pode. Meio infantil, Mas esse é o único motivo que paira em minha mente ao analisar esse absurdo. E pasmem, o indignado aqui, NÃO É NENHUM DONO DE BARRACA DE PRAIA, Sou apenas usuário.
Fico indignado com esse tipo de atitude, que nós, os brasileiros somos tão desatentos a esse tipo de atitude, claramente abusiva, provavelmente de alguém está levando alguma vantagem com estas ordens de demolição da SPU. Como estamos vivenciando a “era dos favores”, a princípio as empresas que realizam as construções de barracas padronizadas, pós demolição, estão desfrutando da vantagem, quem sabe, ou ela será dos fabricantes de bolas térmicas?
Espero que uma hora, essa aberração venha a ser desvendada, mas que seja antes de acabarem com todas as barracas de praia.
Mas entendo que isso tem nome, ABUSO DE PODER, e nós, brasileiros praieiros, passaremos a levar nossos filhos e netos, não mais à praia, os levaremos pra tomar banho de piscina, com água potável tratada, que pagamos pra beber, levaremos eles pra casa dos poderosos da dona da orla brasileira, os da SPU, lá a água tratada pode ser usada para o lazer, lá, isso não é nada degradante para o meio ambiente.
temos que desabrochar um grande sorriso pra isso, afinal, somos brasileiros, temos o dom de transformar tudo em piada.
Gostaram da minha?
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A SPU deveria se preocupar com o patrimônio público que está sendo degradado no país como prédios escolares, postos de saúde, hospitais, prédios de uso de repartições públicas, onde são gastos milhões de reais para suas manutenções superfaturadas e direcionadas para empresas apadrinhadas de cada setor.
As barracas de praia fazem parte do visual turístico de diversas cidades praianas do Brasil. Só tenho uma pergunta a fazer: Porque insiste a SPU em retirar as barracas de praia das orlas do País e continuam mantendo os grandes prédios, mansões e hotéis situados na mesma área de patrimônio público da união e de uso comum, que provavelmente jogam seus dejetos e esgotos diretamente no mar e sem nenhum tratamento?
Ex.: Alguns hotéis e todas as mansões da orla da Barra e da Vitória em Salvador. Porque não manda, a SPU, demolir também as grandes mansões na orla da ilha de Itaparica, cujo algumas se desfrutam até de “prais particulares”? É lamentável o argumento de que as barracas ocupam uma área de uso comum e que causam impacto ambiental. Porquê não é dada uma tarefa ambiental a esses barraqueiros, que podem até causar um impacto ambiental visual, mas que é restritamente localizado, devendo este ser fiscalizado pelos municípios, conforme resoluções do próprio CONAMA.
Quero deixar minha indignação, pois vejo grandes impactos ambientais e degradações do patrimônio público, que afetam significativamente o meio ambiente e o bolso dos cidadãos, passarem desapercebidos por estes órgãos. Estes, que tomaram como questão de honra, a destruição de um local de lazer histórico dos praieiros.
Acabou ou querem acabar com os nossos encontros semanais das barracas de praia. Provavelmente quem está a perseguição delas, deve ser um revoltado que na infância, seus pais não o podiam levá-lo às barracas de praia e agora resolveu se vingar, eliminando-as, eu não pude, ninguém mais pode. Meio infantil, Mas esse é o único motivo que paira em minha mente ao analisar esse absurdo. E pasmem, o indignado aqui, NÃO É NENHUM DONO DE BARRACA DE PRAIA, Sou apenas usuário.
Fico indignado com esse tipo de atitude, que nós, os brasileiros somos tão desatentos a esse tipo de atitude, claramente abusiva, provavelmente de alguém está levando alguma vantagem com estas ordens de demolição da SPU. Como estamos vivenciando a “era dos favores”, a princípio as empresas que realizam as construções de barracas padronizadas, pós demolição, estão desfrutando da vantagem, quem sabe, ou ela será dos fabricantes de bolas térmicas?
Espero que uma hora, essa aberração venha a ser desvendada, mas que seja antes de acabarem com todas as barracas de praia.
Mas entendo que isso tem nome, ABUSO DE PODER, e nós, brasileiros praieiros, passaremos a levar nossos filhos e netos, não mais à praia, os levaremos pra tomar banho de piscina, com água potável tratada, que pagamos pra beber, levaremos eles pra casa dos poderosos da dona da orla brasileira, os da SPU, lá a água tratada pode ser usada para o lazer, lá, isso não é nada degradante para o meio ambiente.
temos que desabrochar um grande sorriso pra isso, afinal, somos brasileiros, temos o dom de transformar tudo em piada.
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