
Por meio do Facebook, o movimento Ocupa UESC divulgou nota sobre a audiência realizada na tarde de hoje (14) na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Ilhéus.
A nota informa que houve acordo entre a reitora da UESC, Adélia Pinheiro, e os representantes do movimento. O juiz Alex Venicius Campos Miranda presidiu a reunião.
“Ficou acordado que”, diz a nota, “a desocupação se daria dentro de 72h a partir desta quarta-feira. O prazo foi colocado pelo próprio movimento e aceito pela Reitoria”.
Apesar disso, no final da nota, o Ocupa UESC afirma que a assembleia dessa quinta-feira (15) avaliará a “desocupação ou não do campus“.
Ainda conforme os manifestantes, a direção da universidade se comprometeu a não adotar medidas que criminalizem membros do movimento.
Dados do portal do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, no entanto, aparentemente contradizem as informações da nota. Segundo o sistema de divulgação dos processos na internet (e-saj), a audiência de conciliação dessa quinta-feira não obteve sucesso (“não logrou êxito”). Por outro lado, os estudantes afirmam: “Audiência judicial concilia partes e movimento Ocupa UESC sai vitorioso”.
O Blog do Gusmão pediu que o movimento divulgue o termo da audiência na íntegra. Membro do grupo informou que isso será feito. O documento não foi publicado até a edição desta matéria. No portal, o acesso a ele é restrito aos envolvidos no processo.
Leia a nota do Ocupa UESC.
AUDIÊNCIA JUDICIAL CONCILIA PARTES E MOVIMENTO OCUPA UESC SAI VITORIOSO
Ocorreu na tarde desta quarta-feira (14), às 13h, no Fórum de Justiça de Ilhéus, sob o comando do Juiz Doutor Alex Vinícius, a audiência de conciliação entre o Movimento Ocupa UESC e a Reitoria, sobre o pedido de reintegração de posse impetrado pela Universidade contra os ocupantes, que se encontram há 53 dias no campus universitário. A UESC esteve representada pela senhora reitora Dra. Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro, o movimento de ocupação esteve representando por sete estudantes, membros da mesma.
Em juízo ficou acordado, que;











Uma resposta
Ridículos. É isso que são esses “ocupantes”. Por essas e outras muitos têm lembrado nostalgicamente os tempos de militarismo. Esses “jovens” de hoje já não respeitam as instituições e “se acham”.