A pedido do Ministério Público do Estado da Bahia, a 1ª Vara Crime de Ilhéus decretou ontem a prisão preventiva do vereador Jamil Ocké (PP), do ex-secretário de Desenvolvimento Social Kácio Brandão e do empresário Enoch Andrade. Eles já estavam presos desde o último dia 21, mas, de forma temporária.
Sem prazo para acabar, a prisão preventiva eleva substancialmente o impacto da Operação Citrus sobre a política local. Ao aceitar a denúncia do MP-BA, a Justiça transformou os investigados em réus. Ou seja, desde essa quinta-feira (30), respondem formalmente como acusados num processo criminal.
Do ponto de vista político, até o momento, os efeitos da Citrus recaem especialmente sobre o vereador reeleito com a maior votação de 2016. A sequência de eventos iniciada no dia 21 de março pode inviabilizar a condução do seu mandato. Classificado como primeiro suplente na coligação liderada pelo PP, o ex-vereador Luis Carlos Escuta está prestes assumir a cadeira de Jamil na Câmara de forma interina.
É importante lembrar que nenhum dos réus da Citrus é alvo de condenação. Ao final do processo, poderão ser inocentados ou condenados pela Justiça.










Uma resposta
Foi secretario em qual Governo???