
Por Marcos Pennha
E nessa quinta-feira, tarde do dia 14 de setembro, partiu para outra dimensão nosso amigo Roberto Rabat. Conheço o Roberto desde a época de “O Marimbondo”, jornal que ele editava. Ele usava o humor cáustico, deixando o político com a cabeça inchada, devido às ‘ferroadas’. Nessa mesma época, eu editava o jornal “Ponta de Humor”. Eu admirava sua forma bem-humorada, inteligente, de abordar as diversas questões. Aprendi um pouco do muito que ele ensinava, espontaneamente, na prática. Por isso, eu o chamava, carinhosamente, de “meu mestre”.
Algum tempo depois, atendendo ao seu convite, escrevi artigo semanal com temas variados, durante aproximadamente dois anos, no R2CPRESS, o primeiro site jornalístico da região sul da Bahia. Nunca sofri nenhuma restrição por parte dele, pois era extremamente democrático.
São tantas histórias desse bom jornalista, bom radialista, ótimo ser humano.
Quando criança, fui aluno de matemática de Seu Tuffy, pai de Roberto, às quartas e quintas, das 7 h às 8 h da noite. Contei-lhe que gostava daquele cheiro de sopa que vinha da cozinha. Ele, com o riso de menino ‘malino’ característico, falou: “É, mamãe fazia sopa toda noite!”
Inúmeras foram as minhas visitas ao seu apartamento – o mesmo do “cheiro da sopa” da Bento Berilo, no Centro.
Certa vez, falei com Roberto que evitava visitá-lo, porque algumas pessoas não me entendiam e maldavam. Ele, sem entender, quis saber o porquê. Eu expliquei: “É que, quando estou vindo para cá, alguém me pergunta: “Para onde está indo, Marcos?”. Eu respondia: “Tô indo ali em Rabat”
Continue com Deus no novo tempo, meu eterno mestre Roberto Rabat Chame!
Marcos Pennha é jornalista e assessor de comunicação autônomo.









Uma resposta
PARTIU O GRANDE PROFESSOR COMO EU O CHAMAVA, ROBERTO RABAT, PESSOA EXEMPLAR E APAIXONADO DE VERDADE POR ILHÉUS, RABAT ¨VÁ COM DEUS E QUE ELE LHE DÊ UM BOM LUGAR.
A FAMÍLIA DOU-LHE MEUS SENTIMENTOS,
Cordialmente,
Ubiratã Pinheiro