Notinhas.

Alguns jabistas mais fiéis estão ao lado de Cacá Colchões a contragosto.
Antes do período eleitoral de 2016, Cacá, então vice-prefeito de Ilhéus, pediu a Jabes a exoneração de alguns nomes que, segundo ele, prejudicavam o governo e a sua candidatura. JR não o atendeu, mas a conversa vazou e todos que tiveram suas cabeças colocadas a prêmio ficaram sabendo.
Os jabistas mais fiéis sabem que não serão prestigiados num eventual governo de Cacá Colchões, por isso, planejam sabotá-lo na próxima campanha. A fogueira discreta do fogo amigo está acesa.
O primeiro passo é asfixiar a campanha por meio da falta de recursos. O segundo é vincular cada vez mais Cacá a Jabes, com a certeza de que a imagem desgastada de um impede o crescimento do outro. Vale lembrar que em 2016, a participação de Jabes em vídeos ratificando apoio a Cacá prejudicou a campanha.
As entrevistas seguidas e recentes de Jabes Ribeiro à Rádio Santa Cruz e ao amigo Vila Nova, ocasiões em que defende Cacá com muito entusiasmo, se enquadram dentro das estratégias.









Uma resposta
Todos já estão cansados de saber que para eleger-se prefeito em Ilhéus com o apoio dos donos do PP, os jababacas, o Cacá terá que passar uma procuração dando amplos e irrestritos poderes aos jababacas inclusive já fazendo um prévio inventário e doação integral intervivos de todos os poderes aos donos do PP. Sob o PP o Cacá jamais governara Ilhéus com seus próprios projetos e metodologias, diga-se, desenvolvimentistas.