Notinhas.

Caso Valderico Junior (UB) seja candidato a vice-prefeito de Ilhéus numa chapa encabeçada por Jabes Ribeiro (PP), seu minúsculo grupo político será implodido. Metaforicamente, vai acontecer a mesma ação que destruiu o prédio do antigo Carandiru, que sediou o governo fracassado de Valderico pai.
Se pisar na casca de banana, Valderico Junior terá status menor do que o de Cacá Colchões, que não tem grupo, mas tem a amizade do ex-prefeito (só isso). Valderico nem isso terá.
O empresário Paulo Ganem, um dos poucos que sopram nos ouvidos de “VJ”, tem dito que o jovem não vai cometer haraquiri (enfiar um sabre na própria barriga).
Paulo “comeu o pão que o diabo amassou” no último governo de Jabes (2013 a 2016). Nos debates sobre o “Novo Código Tributário”, foi desrespeitado dentro do Palácio Paranaguá (antiga sede da Prefeitura).
Numa audiência com o “Rei Sol”, ele e outros empresários do comércio ilheense foram obrigados a deixar seus smartphones na antessala do gabinete, sinal inequívoco de desconfiança.
No calor do debate que onerou o empresariado local com taxas de valores muito altos (entre os maiores da Bahia), Jabes disse que Ganem “não sabe tomar conta do próprio comércio” (relembre aqui) .
Ao afirmar que VJ não será vice de “Luis XIV”, Paulo Ganem não comete bravata. Ouviu do coração do jovem permanentemente aconselhado.








