Do site Comunique-se.
Em sabatina realizada nesta quinta-feira (22/07) pelo R7, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, voltou a defender a liberdade de imprensa, mas criticou parte da mídia, que faz “julgamentos abruptos, sem provas”.
“Mais vale uma mídia com julgamentos abruptos e livre do que uma mídia de mãos amarradas e boca fechada”, afirmou.
De acordo com a petista, às vezes a imprensa dificulta “no debate democrático” no País. “Eu não falo a mídia em geral, não, mas é localizado. Há julgamentos muito rápidos das pessoas, abruptos sem provas. Acho que não é boa prática. O Brasil tem um mérito: uma imprensa livre”, disse.









Uma resposta
todos se dizem a favor da “liberdade de imprensa”… e é ao mesmo tempo um posicionamento dúbio de todo candidato a presidente… Lula, se dizia um “open mind” (mente aberta), quando se tratava de “uma imprensa transparente e livre”… e veja o que acontece: compra jornais, blogs e manipula tudo relacionado a se tornar público e notório p/o brasileiro…
tenho amigos em Brasília, que trabalham p/o “Correio Braziliense” (jornal local), que me relatam coisas absurdas do PT… perseguições, demissões etc…
reconheço que a Dilma irá ser eleita sim!!! mas irá perseguir e corromper a imprensa, assim como Lula faz…
em campanha, o que ela (Dilma) falou de mais plausível e concreto, até o presente momento, foi a união e legalização de casais do mesmo sexo… “gay maried”… a Argentina legalizou, por que não o Brasil??!! claro que podemos acabar com esse preconceito bobo e imbecil, que o cristianismo o faz em 4 paredes…
nada em relação a legalização e descriminalização da maconha!!! apenas o NÃO!!! (só lamento)….
Dilma se mostrou contra o aborto!!! achei-a ultrapassada e anacrônica em determinados posicionamentos… (a pessoa faz o que quiser e bem entender com o seu corpo… clínicas de abortos existem várias aí no Brasil; e sei de 2 médicos aí em Ilhéus, que praticam aborto em nível comercial… chega de tanta hipocrisia, e legaliza essa porra logo; como aqui nos U.S.A. e Europa…)
sem mais,
Marco Antônio Oliveira.