Uma senhora de 82 anos, com diabetes, cujos parentes não permitiram a este Blog identificar, saiu de manhã, bem cedo, em jejum, para fazer um exame de glicemia no posto de saúde do PSF-2, do Teotônio Vilela.
Uma funcionária informou que o aparelho estava quebrado e pediu que ela se dirigisse ao posto de saúde 24 horas, no mesmo bairro, porém um pouco distante.
Ao chegar à unidade indicada, outra funcionária lhe exigiu a solicitação do exame. Desprovida, a sofrida senhora voltou ao PSF-2, e contou o ocorrido para a mesma pessoa que lhe atendeu.
Aborrecida, a funcionária ligou para o “24 horas”, e explicou sobre a necessidade imediata em realizar o procedimento.
Quando retornou ao posto novamente indicado, “no meio do caminho” a nobre senhora sentiu fortes tonturas e por pouco não desmaiou, sendo socorrida por cidadãos solidários.
Casos parecidos acontecem aos montes em Ilhéus. Têm secretários do governo municipal, corroborados por jornalistas ansiosos por um gabinete, que consideram situações do tipo, como “coisas menores”.
Pensam assim, até o momento que um ente querido sofrer do mesmo mal.








