Por Marcos Pennha.
Estou cada vez mais satisfeito com o resultado do que escrevo internet afora, notadamente aqui neste importante site. No artigo “Lula, esquemas e sucessão” (Veja aqui), li, vi e ouvi comentários. Fiquei surpreso ao ser informado de que Lula foi aposentado por tempo de serviço, e não por mutilação do dedo mindinho, de acordo com o conhecimento geral – Aposentou-se cedo, hein, danado!?. Notem o quanto eu ganho escrevendo. Tenho a plena convicção de que não sou conhecedor de tudo e todos. É bom quando alguém vem e traz, à tona, fatos desconhecidos da maioria das pessoas. Meu objetivo é promover o debate sadio, muito embora aconteça de eu ser mal interpretado por aqueles que destoam, apresentando argumentos totalmente fora do contexto.
Fico feliz com tudo isso e, ao mesmo tempo, refletindo que não sei como consegui viver, até hoje, desconhecendo os fatos ‘verdadeiros’ sobre o metalúrgico que se tornou presidente. Peço, encarecidamente, que sempre me contem historinhas interessantes como essa e outras de igual teor, tipo chapeuzinho vermelho e lobo mau.
Mudando de assunto, viva a candidatura do postulante ao cargo de deputado federal, por São Paulo, que tem como slogan “Pior do que tá não fica”. Grande Tiririca! Na qualidade de brasileiro, ou melhor, palhaço, sinto-me com a alma lavada. Ora, se político pode ser palhaço, por que palhaço não pode ser político? Parece que os políticos têm medo da concorrência. Quiseram até proibir o humor com eles no período de campanha! Não há lógica em só os políticos gozando os humoristas, com ações que beiram a piada (de mau gosto, claro), e os humoristas sem o direito a réplica.
O brasileiro foi à forra com a candidatura do Tiririca, mesmo que nosso representante não obtenha bom êxito. Vou confessar uma coisa. Pretendo ser assessor do eventual futuro deputado Tiririca. Já tenho, inclusive, algumas ideias legais, como, por exemplo, a formulação da lista de politiricas públicas do seu mandato legislativo. A primeira providência, porém, será a organização da Casa. O começo consiste no lançamento da emenda que obriga cobrir a Câmara com lona, pra ficar bem original. Lá tem equilibristas tentando, a todo custo, continuar na Casa, embora seus passados os condenem.
Noutra oportunidade comparei os “fichas sujas” ao tolete teimoso. A gente dá uma, duas, três, quatro, cinco descargas, e o troçolho volta, insistentemente. Dizem, não sei se é verdade, que no TREco tem uma tabuleta escrita “ficha suja se lava em casa”. Aproveito para sugerir que algum fabricante de sabão em pó lance o slogan “Lava tudo, inclusive ficha de político sem-vergonha”. Sabão em pó poderoso!
Peço desculpas pela minha semi-ignorância no campo político. A minha humildade faz com que eu tenha a coragem de fazer essa confissão. O meu entendimento é que, no Brasil, existe, a brutal desigualdade social. Quando vejo, em período pré-eleitoral, partidos e políticos promovendo inúmeras e exaustivas reuniões para discutirem prováveis coligações, não consigo visualizar o povo inserido nos acordos. Transparece a ideia de que há conchavos para favorecer pequenos grupos, tão somente.
Não acredito em histórias como, exemplificando, o incentivo a votação no “time de Lula”. Não que eu tenha algo contra a formação desse escrete. Não tenho o antídoto, e isso não vem ao caso.
O brasileiro comum anda cansado das notícias de crime de improbidade administrativa, envolvendo membros do governo: mensalão, dinheiro na meia, na cueca, no soutien, na pasta. Alguns dos protagonistas dessas tramas são amigos antigos de Lula: José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares. Na Casa Civil, saiu Dirceu e entrou Dilma Rousseff, que se afastou para disputar a presidência, deixando como substituta a senhora Erenice Guerra (acusada de envolvimento em mais uma falcatrua contra o povo). Que é isso, minha gente? Os grandes meios de comunicação (Globo, Veja, Estadão, Folha de São Paulo, …) denunciam com provas, e nada de punição aos corruptos.
Para garantir a governabilidade – assim dizem, para ganhar força no Congresso Nacional, o presidente Lula teve que escalar, no seu time, os ex-presidentes Sarney e Collor, Renan Calheiros e tantos outros outrora envolvidos em casos de dilapidação do erário e/ ou favorecimento pessoal.
Defendo que o eleitor deve votar nos melhores postulantes aos respectivos cargos de presidente, governador, senadores, deputados estadual e federal. Na lógica, os eleitos (aí sim é o time do povo, pelo menos em tese), independentes de cor partidária, precisam, compulsoriamente, de cumprir seus deveres em prol da população, sob o olhar atento dos cidadãos.
Já pensou se essa onda de escolha em bloco chegasse ao setor privado? Suponhamos que uma empresa promovesse testes para absorver vinte empregados. Nesse caso, os aprovados não seriam escolhidos individualmente, e sim em bloco de vinte. Escolher-se-ia o grupo, não um a um. Pode uma coisa dessa?
Bom, vamos parando por aqui. Como falei, não entendo desse assunto. Engraçado que eu só sabia da existência de engenharias civil, elétrica, mecânica, … Hoje, criaram uma tal de engenharia política. Os experts vomitam ideias engenhosas, mirabolantes, utilizando termos pouco usuais, com bastante recheio, como se a composição política eleitoral formada fosse a ideal para a solução dos problemas da sociedade. Os fatos mostram que não. O prefeito de Ilhéus é de um partido da base aliada do governador do Estado e do presidente da República. O presidente da Câmara Municipal, também alinhado com o prefeito – Não sabemos agora, mas até recentemente sim. Isso sem contar com representantes sulbaianos da Assembleia Legislativa e da Câmara Federal de partidos também da mesma base política, alguns dos quais amigos pessoais do prefeito. E o que foi feito de relevante nos últimos quatro anos pela cidade, pelo povo, exceto as promessas de falsos empreendimentos ‘geradores’ de emprego para os moradores? Nada. Entendo que os políticos com mandato são simples subalternos da nação. Seus chefes, o cidadão-eleitor-contribuinte-pagador de impostos (numa expressão típica do destacado jornalista Eduardo Anunciação).
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Respostas de 5
Não sei se o povo tem realmente meditado no poder do voto.Do complexo maquinismo político,ou governo do povo.vejo,que no votar,representa o ato de dar poder sa fazer governo.Pelo voto,escolhem-se aqueles que vão modificar as leis velhas e criar leis novas,quão nos interesses esses governantes.Uma vez lá no poder nos arrasta á penúria,se caindo em mãos desonesta,é o mesmo que ficar o país entregue a uma quadrilha de falsários.Escolhem atraves do nosso voto aqueles que no poder nomear funcionários a presisid a exixt~encia de todo o organismo burocratico,temos que ter conciência no momento do voto.Rizza Diniz
Caro Pennha
NO MOMENTO NÃO ADIANTA NADA BATER DURO NESTA CANALHADA TODA. HITLER TEVE SEU APOGEU E MATOU 60MILHÕES…LULA E SEUS ASSECLAS, INCLUSIVE NOSSO PREFEITO, ESTÃO TENDO SEUS GANHOS PESSOAIS E SEU APOGEU….A HISTÓRIA SE REPETE SEMPRE, É DIFICIL FAZER ALGO, A NÃO SER CRIAR UMA FORÇA PARAMILITAR PARA ACABAR COM ESTA SUJEIRA TODA, MAS CADE OS HOMENS PARA ISSO
Os homens que tinha este poder hoje estão aposentados, vestindo seus pijamas e gosando a vida alguns nas fazendas, outros em casas de praia, como cidadões civis assistindo de camarote os mando e desmando da democracia,vendo a porca torcer o rabo.
Zé Ruela
No minimo este tal de sommer pelo nome já diz deve ser descendente de algum pais da Europa ou no minimo deve ter sido militar…ele e os demais bababcas se não estão satisfeito metam o dedo na boca e rasguem.
Maria Aparecida,
Ser ou não ser militar não desonra ninguém.Não é a farda que fas o homem, mas o homem que veste a farda e dignifica a importância de servir a Patría.Quem vestiu ou veste a farda, jurou honrar a Patría e defender com sangue e honra se preciso for, morrer em defesa da Patría amada Brasil.E defender a democracia.Se é, que você entende em defender a patría e a democracia e ser demais babacas.
Zé Ruela
Só apertando para ver, que vai dar essas eleições!