Notinhas.

O grupo do prefeito Mário Alexandre tem motivos de sobra para temer o Ministério Público Federal.
A matriarca do grupo, a ex-deputada estadual Ângela Sousa, responde processo por suposto envolvimento no uso ilícito de recursos da educação. A operação Águia de Haia está no encalço da ex-parlamentar e pode render problemas na justiça. O desgaste político, a partir da investigação, contribuiu para a derrota de Ângela em 2018.
O MPF também está de olhos abertos para a secretaria de saúde de Ilhéus. Auditoria realizada na pasta, a pedido dos procuradores, identificou compras de insumos e medicamentos com sobrepreço. O ágio atingiu 161% num determinado produto.
Licitação realizada na modalidade “por lote”, contrária às recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) que exige “por item”, contribuiu para o desperdício.
Temendo novas complicações, o governo resolveu obedecer o TCU. Edital de licitação para a compra de medicamentos, republicado no dia 21 de março após correções, vai utilizar a modalidade “por item”. A mudança vai propiciar economia substancial, pois os grandes laboratórios terão condições de participar via pregão eletrônico.
A Okey Med, empresa que tem vencido a maioria dos certames na modalidade “por lote”, terá dificuldades. Vale lembrar que em 2017, o município pagou R$ 693 mil a Okey Med. Em 2018, houve um salto significativo no valor dos pagamentos, que atingiram R$ 2.8 milhões.









Uma resposta
Parabéns pela matéria, o município lhe agradecer, pois se não fosse o seu alerta em matéria anterior o.minicioio sairia num grande prejuízo