BLOG DO GUSMÃO

Itabuna ganha novo Centro Cultural Teosópolis nesta sexta-feira (6)

Centro Cultural Teosópolis Cacilda Lourenço Silva. Foto: Ascom.

Itabuna vai ganhar, na próxima sexta-feira (6), um novo espaço ligado a cultura e as artes, o Centro Cultural Teosópolis Cacilda Lourenço Silva. Mantido pela Associação de Beneficência e Cultura Teosópolis, o Centro será inaugurado às 18h30min e funcionará na antiga Casa Pastoral da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna, que foi inteiramente reformada, localizada na Rua C, 298, Praça dos Eucaliptos, no bairro da Conceição, em Itabuna.

O local vai abrigar o Centro de Memória Teosópolis, fundado em 2013, e a Escola de Música Sacra de Itabuna (Emusita), com 34 anos de existência. O espaço busca recuperar a história por meio de exposições temporárias e pela exposição permanente sobre a história dos Batistas na região e a vida e obra do pastor Hélio Lourenço da Silva.

Já na recepção, os visitantes vão receber autorização para uma visita guiada para o Centro de Memória ou para aulas de música. Na sala Brilho Celeste, os alunos contarão com aulas de canto e instrumentos de teclado, cordas e sopro. Outra sala de aula é reservada ao estudo da bateria.

No local também vai funcionar a Emusita, que também conta com dois ambientes compartilhados: o espaço de convivência e um moderno auditório. Já o Centro de Memória Teosópolis terá como percurso inicial a exposição permanente.

Para marcar a abertura do Centro, os visitantes poderão conferir a exposição “Toponímia de Itabuna: ruas e avenidas revelam histórias”.

No espaço de convivência, as pessoas podem se confraternizar, descansar e, também, fazer o registro da visita, através de fotos. O Centro Cultural vai contar com um moderno espaço multifuncional, o auditório Olga Ribeiro.

O Centro Cultural vai funcionar em parceria com a Prefeitura de Itabuna e com a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). “Estará à disposição da comunidade como um lugar de cultura e resgate da cidadania, porque um povo sem história é um povo sem memória, e um povo sem memória é um povo sem identidade”, afirma a professora Janete Ruiz Macedo, do Centro de Documentação e Memória Regional (Cedoc) da Uesc.

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