Por Mohammad Jamal
Confesso que não consigo alcançar as similitudes entre os elementos correlacionais citados figurativamente pelo povo e imprensa ao perfilarem as condutas do nosso prefeito. Talvez seja a idade ou quem sabe, algum retardo descompassado que me persegue incorrigivelmente. Essas coisas de Face book, instagran; Twiter, whatsapp; apps; que impregnam as linguagens do moderno ciber jornalismo e, por osmose, altera também as interações do expressionismo e comunicação entre o povão, fazem-me entre suas vítimas, ignorante, por não assimila-las! E porque preso e atrelado às velhas mídias impressas; aos livros em formatos arcaicos, invés dos e-books; ao e-mail ao invés das mensagens online; redes sociais, etc. Sinto-me torpedeado pela ignorância em relação à moderna comunicação de massa e sua imensa complexidade.
“Prefeito: Tal e qual um vetusto coronel sentado numa cadeira de balanços à frente da varanda do casarão sede da fazenda, assistindo os frutos do cacaueiro mudar do verde dólar para o dourado das moedas da libra esterlina!”. Aliás, esclareçam-me, por favor, os porquês de estarem promovendo o prefeito à condição de Coronel do cacau? Menino de Engenho… A great one… The wolf of Wall Street… Il superb? Que coisa minha gente? E mais; essa coisa de “jagunço” personificou figuras duma época passada onde as balas e peixeiras do belicismo e intimidador, substituíam os civilizados recursos diplomáticos do entendimento humano mútuos, solenemente ignorados em favor da truculência e sangue derramado entre as partes em contencioso! Isso não condiz com o nosso politizado e sorridente prefeito, reconhecidamente um panglossiano feliz e sorridente! Devemos tomar ciência e pé, que vivemos um existencialismo moral claramente relativista num regime democrático, diga-se, exageradamente “democrático” pra uns, enquanto nem tanto para o povo!








