O presidente do Instituto Pensar Cacau (IPC), Águido Muniz, em entrevista ao Canal Rural, fala das dívidas dos cacauicultores baianos, sustenta a tese do terrorismo biológico, por entender que a disseminação do fungo da Vassoura de Bruxa, pelas plantações locais, foi intencional. Ele revelou que pretende ir à justiça para garantir o não pagamento dos débitos contraídos pelos produtores, na tentativa de recuperação das lavouras.
Veja a entrevista.










Respostas de 4
Incrível como pouco se fala na região sobre este crime monstruoso que vitimou 2,5 milhões de grapiunas e desempregou 200 mil trabalhadores.
E, o pior, as suspeitas recaem sobre pessoas pagas com o dinheiro do contribuinte para PROTEGER A LAVOURA, funcionários públicos da Ceplac.
Quando a doença foi notificada em Uruçuca em maio de 1988, o Sr. Geraldo Simões, então presidente dos sindicato dos servidores, deflagrou uma greve geral na CEPLAC que durou 8 meses. Exatamente para que a doença não fosse combatida!
essa “brincadeira” custou à região mais de 15 bilhoes de dolares!
EStes caras deveriam ter vergonha na cara,isto é fruto da incapacidade dos coreneis do cacau a epoca,gastavam milhões com inutilidades investiam quase nada em suas fazendas,hoje vem com história de terrorismo bilologico,o que aconteceu foi muita luxuria,arrogancia é prepotencia!!!
Sr. Carlos Lippi, essa história de terrorismo biologico não é contada pelo cacauicultor como o Sr. diz e sim pela nossa respeitada Polícia Federal no inquérito nº2.169/2.006-DPF.B/ILS/BA, onde ela afirma que não so a introdução mas também a disseminação da doença vassoura de bruxa no cacaual da Bahia foi ato humano deliberado ou seja Sr. Carlos Lippi, FOI CRIME!
SR.CARLOS LIPPI,ARROGANTE E PREPOTENTE É A SUA PURA IGNORÃNCIA.