
Conhecidíssima ativista social tem se notabilizado por fiscalizar apenas o poder legislativo.
Tudo bem! Realmente a câmara de vereadores merece atenção especial, uma vez que moralmente anda em frangalhos. Contudo, o executivo não fica atrás. Denúncias e derrotas na justiça se acumulam, mas, o olhar atento da “madame sustentabilidade” prefere ignorar.
Nos bastidores da política, perguntas exigem respostas: “Por que ela não fiscaliza o prefeito? Já que ela gosta de investigar a conduta dos vereadores, por que não denuncia a relação fisiológica e imoral de alguns edis com os poderosos do palácio?”.
Fontes palacianas nos explicaram: “A ativista não dá ponto sem nó. O supersecretário empregou um ente querido dela, numa empresa que presta serviços à prefeitura. O ‘filisteu’ amarrou a língua venenosa da “sabichona”.
Alguns profissionais de imprensa e blogueiros confirmaram. Todos deram as mesmas justificativas. Disseram que o ente querido da “madame sustentabilidade” é “gente boa”, não merece ser exposto e não lhe cabe pagar pelo oportunismo “político” da protetora. Por isso não divulgaram.
Este blog concorda, e por esse motivo, prefere não citar nomes.










Uma resposta
Segundo renomados experts em ofídios, ainda não foi descoberto ou produzido nenhum soro efetivo contra a peçonha inoculada por “MADAME SUSTENTABILIDADE”. Contrariamente, tem gente que assegura que existe um lote desse soro na geladeira do Palácio! Será?